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| CONTACTOS |
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| Morada |
Rua 25 de Abril |
| Cód. Postal |
2130 - 173 BARROSA |
| Telefone |
263 580 373 |
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| EXECUTIVO DA JUNTA |
ASSEMBLEIA DA FREGUESIA |
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| Presidente |
Joaquim Firmino Semeano |
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| Secretário |
Maria José Ferreira da Silva Duarte |
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| Tesoureiro |
Joaquim Correia Castanheiro |
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| Presidente |
Celeste Maria firmino Moreira Ribeiro Guimarães |
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| Secretários |
Alice Maria Gonçalves Nunes Casimiro / Henrique Mesquita Ferreira |
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Restantes
Elementos |
Custódio Manuel Santos
António José Rodrigues Castanheiro
Carlos Eduardo Milheiro da Fonseca Correia Castanheiro
José Gomes Ferreira |
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| DESCRIÇÃO DA FREGUESIA |
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O seu topónimo está relacionado com a estrututa geológica do local "abundante do barro". Este durante grande parte da sua história agregada à freguesia de Benavente, que deve a sua origem a um núcleo de colonos estrangeiros que se tirou na margem Sul do Tejo, ao mesmo tempo que outros dois núcleos se tiravam, um na margem direita e outro na Penísula da Arrábida. A vinda destes estrangeiros obedecia a um plano de D. SandroI, de povoar as terras conquistadas aos Mouros, realizando aasim a sua ocupação definitiva. O lugar de Barrosa surge mencionado antes de 1499. designando-se anteriormente por montes. Na sequência dos torai em 1218 e 1516 gozou dos previlégios da freguesia de Benavente, mas em Maio de 1988 ficou independente administrativamente da freguesia de Benavente.
Foi encontrado nesta freguesia, há alguns anos, um massame de tijolos, formando um cano com mais de um metro de altura, do que se presume que poderá aqui ter existido um povoamento anterior.
Do património cultural e identificado da Barrosa, destaca-se a capela de São Brás.
Relativamente às actividades económicas praticadas, a população dedicava-se á agricultura e á pecuária; eram cultivadas várias espécies cerealíteras, especialmente milho e trigo. Sendo também notável a produção de arroz. Nas zonas mais altas, abundam os sobreiros, os pinheiros, os eucaliptos, as oliveiras e as árvores de fruto, que para além de constituirem uma vasta e agradavel área florestal, são também uma importante fonte de rendimento.
Barrosa Resumo Histórico
A freguesia de Barrosa pertence ao concelho de Benavente, no distrito de Santarém; o seu orago é Nossa Senhora de Fátima, celebrada anualmente nos meses de Julho e Agosto.
O seu topónimo está relacionado com a estrutura geológica do local, "abundante em barro". A freguesia esteve durante grande parte da sua história anexa à freguesia de Benavente, que deve a sua origem a um núcleo de colonos estrangeiros que se fixou na margem sul do Tejo, ao mesmo tempo que outros dois núcleos se fixaram um na margem direita e outro na península da Arrábida. A vinda destes estrangeiros obedecia a um plano de D. Sancho I, de povoar as terras conquistadas aos mouros, realizando assim a sua ocupação efectiva. O lugar de Barrosa surge mencionado em
documentação oficial antes de 1499. Toda esta região se designava anteriormente por nomes de montes: Monte da Quinta de S. Brás da Roeira, Monte do Olival, Monte do Zambujeiro, Monte do Gato e Monte da Parreira.
A freguesia de Barrosa gozou dos privilégios de Benavente, dados pelos forais, o primeiro de D. Paio ou Plágio, mestre da Ordem Militar de Évora, em 25 de Março de 1200 e confirmado por D. Sancho em 1218; o segundo foral, dado por D. Manuel
I, a 16 de Janeiro de 1516. Barrosa viu-se administrativamente independente da freguesia de Benavente a 23 de Maio de 1988.
Foi encontrado nesta freguesia, há alguns anos, um massame de tijolos, formando um cano com mais de um metro de altura, do que se presume que poderá aqui ter existido um povoamento anterior. Do património cultural e edificado de Barrosa destaca-se a capela de S. Brás.
Ao longo dos anos, esta freguesia tem sofrido uma progressiva evolução populacional, que praticamente duplicou desde meados do século XVIII. Relativamente às actividades económicas praticadas, a população dedicava-se essencialmente à agricultura e à pecuária; eram cultivadas várias espécies cerealíferas, especialmente milho e trigo, sendo também notável a produção de arroz. Nas zonas mais altas abundam: os sobreiros, os pinheiros, os eucaliptos, as oliveiras e as árvores de fruto, que para além de constituírem uma vasta e agradável área florestal, são também uma importante fonte de rendimento. Com a evolução dos tempos, os habitantes foram procurando trabalho nos centros urbanos, onde há maior oferta de emprego e com melhores condições e remunerações. |
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