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| CONTACTOS |
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| Morada |
Rua Capitão Leitão 4 |
| Cód. Postal |
2970 - 725 SESIMBRA |
| Telefone |
212 288 410 |
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| EXECUTIVO DA JUNTA |
ASSEMBLEIA DA FREGUESIA |
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| Presidente |
Ana Cruz |
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| Secretário |
Hugo Flórido |
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| Tesoureiro |
Artur Borges |
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| 1º Vogal |
Leandro Martins |
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| 2º Vogal |
Artur Pereira |
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| Presidente |
António Costa |
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| Secretários |
Cândida Sebastião; Luís Pombo |
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Restantes
Elementos |
Carlos Manuel Panão Soromenho,
Alda Maria Baêta Pólvora,
Cármen Rosa,
Adolfo Marques,
Delmina Pinto,
Paulo Cagica Carvalho,
Nelson Pólvora,
Conceição Ferreira,
Miguel Carvalho,
João Espada Feio |
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| DESCRIÇÃO DA FREGUESIA |
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Actividades económicas: Pesca e Turismo
Feiras: Mercado levante, quinzenalmente (às sextas-feiras)
Festas e Romarias: Festa do Senhor Jesus das Chagas (3,4 e 5 de Maio) S. Tiago (25 de Julho), Santos Populares (24 a 30 de Junho) e Carnaval, com desfile de escolas de Samba (domingo e terça-feira).
Património Cultural e Edificado: Igreja matriz de S. Tiago, Fortaleza de S. Tiago e capelas do Espírito Santo dos Mareantes, de S. Sebastião e Misericórdia.
Outros Locais de interesse turístico: Além dos mencionados em património cultural e edificado é de salientar a Casa do Bispo, Paços do Concelho e pelourinho Municipal.
Gastronomia: Caldeirada, sardinhas assadas, mariscos (variados) peixe-espada e peixe-espada preto, além de outros peixes.
Artesanato: Miniaturas de embarcações e trabalhos com escamas de peixe.
Colectividades: Bombeiros Voluntários de Sesimbra, Sociedade Recreio Sesimbrense, Sociedade Musical Sesimbrense, Grupo Desportivo de Sesimbra, Clube Sesimbrense, Clube Naval e Escolas de Samba.
A freguesia de Santiago foi oficialmente criada a 8 de Abril de 1536, reconhecendo o poder régio o crescimento de Sesimbra e sobretudo a opção definitiva pelo mar. Até então o monte prevalecera sobre a praia, a terra sobre o mar a agricultura superava a pesca.
No documento de criação da nova dizia-se que “D. Jorge, filho de El-Rei D. João II, mestre de Sant’Iago e de Aviz, Duque de Coimbra, Juiz executor, lavrou sentença que na igreja nova da Ribeira (Sesimbra), se faça campanário e pia de Baptismo e outras insígnias que à igreja paroquial pertencem e se dividisse entre as duas igrejas do Castelo e da Ribeira todas as rendas e proventos, ficando na igreja do castelo um beneficiando com os encargos de dizer missa e ministrar todos os sacramentos aos moradores do castelo.
Desde a criação da nova freguesia a tendência é precisamente contrária e as novas necessidades de uma população crescente que necessitava de outros espaços e de uma actividade mais rentável.
Sesimbra desceu então do castelo até à beira-mar e construiu casas permanentes, lançaram-se ao mar os homens. O peixe de Sesimbra ganhou fama tal que Duarte Nunes de Leão afirmou que a sua sardinha e a de Setúbal eram as mais saborosas de toda a Europa.
José Custódio Vieira da Silva descreveu poeticamente este processo de transformação em Sesimbra “Há quatrocentos e cinquenta e seis anos Sesimbra cumpria o seu destino: descia à Ribeira, acariciava entre as mãos a areia suave da sua praia, olhava com firmeza o seu mar, fazia um pacto com ele. Daí em diante, só nas ondas pensaria: delas receberia o seu sustento, o seu peixe de prata, desde que nunca mais pensasse na terra, nos campos que as muralhas do castelo já não deixavam ver…”
Em 8 de Abril de 1536 Dom Mendo Afonso, prior-mor do Convento da Ordem militar de Santiago de Palmela executou a Bula Apostólica de 1536, extinguiu a Igreja de Santa Maria do Castelo do seu papel de Igreja Matriz dando essa função à nova Igreja de Santiago “ na povoação debaixo na Ribeira”.
A Igreja foi mandada em 1534 construir por D. Jaime de Lencastre, neto de D. João II, bispo de Ceuta. O seu interior é de três naves de cinco tramos com arcos de volta perfeita e colunas capiteladas. As colunas do corpo do templo estão pintadas em estilo tardo-renascença. |
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