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Domingo, 18.2.2018
 
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Património
Museu do Vinho e da Vinha
Museu do Vinho e da Vinha
O Museu da Vinha e do Vinho em Bucelas foi inaugurado a 26 de Julho de 2013.
Esta nova infraestrutura museológica, localizada na zona histórica da vila de Bucelas, está instalada num edifício ligado à tradição vitivinícola da região. O edifício datado do final do século XIX foi a residência de um dos maiores produtores de vinho de Bucelas, pertencente à família Camilo Alves, à qual estava associada uma adega e o respetivo armazém de vinhos, espaços que foram recuperados e adaptados à nova função museológica juntamente com o jardim adjacente que foi também renovado.

O Museu do Vinho é um projeto da Câmara Municipal de Loures, pelo qual Bucelas esperava há muitos anos. Trata-se de uma infra-estrutura ímpar na região, representando o maior investimento municipal de sempre, concretizado nesta freguesia.

É um contributo determinante para a dinamização da região através da valorização dos seus produtos e tradições, colocando o concelho de Loures na vanguarda da oferta turística.

Em termos práticos e funcionais, este equipamento cultural vai integrar a Rede de Museus Municipais de Loures e dedicar-se ao estudo da atividade vitivinícola, tão característica desta região demarcada por decreto de 3 de março de 1911, apostando na promoção do território e na na divulgação da Capital do Arinto e da história local, com especial ênfase para os usos e costumes relacionados com o ciclo do vinho.

HORÁRIO:

Terça a domingo, das 10h às 13h e das 14h às 18h.

Encerra às segundas e feriados.

Igreja Matriz de Bucelas
Igreja Matriz de Bucelas

Localizada no centro do núcleo urbano, numa pequena elevação, este notável templo com evidentes referências ao séc. XVI, brilha pela diversidade e qualidade da sua Arte e História, desde a decoração de brutescos nas suas abóbadas, á talha dourada do melhor de estilo nacional, este edifício é datável de 1566, conforme informação do próprio Dom Jorge de Ataíde, que a mandou inscrever na entrada para a charola do lado do Evangelho. As peças de escultura, os óleos recuperados de Marcos da Cruz e os azulejos, dão a diferença a esta igreja como lugar de Arte. A sacristia é de 1573 ,com cruzaria e bocetes onde se observa uma lápide armoriada, com a referida data . Toda a edificação do corpo principal da igreja assenta numa estrutura de colunas toscanas de cantaria que definem três naves.

As paredes do corpo da igreja são forradas de característicos azulejos enxaquetados, verdes e brancos. O púlpito circular, de pedra e com escada em caracol, tem já um dossel do séc. XVIII. Suspenso do arco triunfal da capela-mor um notável lampadário seiscentista. A capela-mor é toda ela valiosa desde os motivos ornamentais dos belos azulejos policrómicos de altos silhares até ao monumental retábulo de talha barroca de estiolo nacional, com as suas curiosíssimas figuras humanas com particulares caudas de peixe, e as surpreendentes esculturas dos evangelistas integradas nos fustes das colunas torsas e ao pinturas murais da capela-mor alusivas à Purificação da Nossa Senhora.
As paredes exteriores são em alvenaria mista rebocada, excepto nos cunhais e nos vãos que são igualmente em cantaria.
Possui igualmente uma bonita torre -campanário de dois andares encimado por uma cruz de ferro. Nos quatro ângulos, completam o conjunto, quatro coruchéus assentes em bases quadradas.
Este edifício é classificado como imóvel de utilidade pública por Decreto-Lei 35532-46 DE 15 de Março de 1946.
Esta Igreja Matriz acolhe desde 10 de Outubro de 2010 um Núcleo Museológico de Arte Sacra, visitável por marcações prévias na Junta de Freguesia de Bucelas.
Apresenta ainda um grupo escultórico, do séc. XV, representando a Santíssima Trindade, frontão da capela do Espírito Santo do antigo hospital de Bucelas.

Núcleo Museológico da Igreja Matriz de Bucelas
Núcleo Museológico da Igreja Matriz de Bucelas

SE NÃO visitar este templo e as peças com que abriu este núcleo de arte e cultura, no dia 10 de Outubro de 2010:
-Não poderá conhecer influências de Bramente no pequeno tempieto no baptistério;
-Não poderá observar o óptimo trabalho de escultura da Senhora do Carvalho, traduzindo a lenda da criação da freguesia de Bucelas, século XVI e o belo trabalho de talha dourada onde se anicha;
-Não poderá descobrir as influências de trabalho que no altar da Epístola nos levam até Lisboa e á capela-mor da Igreja de Santo Agostinho em Marvila.
Mas, temos a certeza que virá a Bucelas e quando entrar e observar um extraordinário trabalho de talha do melhor a nível nacional em estilo nacional e com umas pequenas entradas do discurso joanino nos altares laterais de Nossa Senhora e S. Miguel, não dará o seu tempo por perdido.
Com uma gramática decorativa tão exuberante e de qualidade, Marcos da Cruz, pintor régio, entra com quatro óleos que dão á capela-mor uma notável qualidade de arte, equilíbrio e história.
Uma visita ao Núcleo Museológico integra sempre e necessariamente uma abordagem da história da Igreja e lugar de Bucelas, o destaque para algumas das melhores peças em talha, azulejos, escultura, pintura, mas também a apresentação de peças do acervo da Igreja Matriz que foram seleccionadas para abrir este núcleo com renovação regular, semestral.
Actualmente, podemos destacar a escultura em pedra pintada do séc. XV, do Mártir S. Sebastião, a capa de asperges com motivos do séc. XVIII, assim como a ombela.
No coro alto, as peças de ourivesaria dão o mote, destacando-se o missal com decoração de prata, influências da Escola Plantiniana, Antuérpia, séc. XVII.
Visitar este Núcleo é viajar pela nossa história e confirmar como os templos são, de facto, os guardiães da nossa memória colectiva nacional.
Venha, por isso, conhecer Bucelas.

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Rota Histórica das Linhas de Torres
Rota Histórica das Linhas de Torres
Na Freguesia de Bucelas existem 2 fortes, inseridos na Rota Histórica das Linhas Defensivas de Torres, constituídas por cerca de 152 obras militares.
Inaugurados no dia 27 de Novembro de 2010, o Reduto da Ajuda Grande e o Forte do Arpim são obras militares de campo edificadas entre 1809 e 1811.
Com o objectivo de defender Lisboa da terceira Invasão Francesa, as forças militares anglo-lusas estabeleceram, a norte de Lisboa um sistema defensivo estruturado que incluía duas linhas defensivas ligando o oceano Atlântico ao rio Tejo.
 
Reduto da Ajuda Grande
O Reduto da Ajuda Grande está situado a norte da vila de Bucelas, na Serra de Alrota.
Esta obra militar de campo insere-se na 2ª Linha Defensiva e faz parte de um conjunto de fortificações que protegiam o território compreendido entre o Tejo e o desfiladeiro de Bucelas, atravessado pela estrada de Vila Franca de Xira a Alverca e pela via do Sobral ao Tojal, passando por Arranhó e Bucelas.

Forte do Arpim
O Forte do Arpim localiza-se na freguesia de Bucelas, no Casal do Arpim.
A sua comunicação estratégica permite uma comunicação visual com outras fortificações, neste caso com o conjunto do Calhandriz e da Aguieira num primeiro plano, mas também com as posições da Ajuda.


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Centro Interpretação Linhas Torres
Centro Interpretação Linhas Torres

No dia 4 de março de 2012, a Câmara Municipal de Loures procedeu à inauguração do Centro de Interpretação da Rota Histórica das Linhas de Torres Vedras. 

O Centro de Interpretação da Rota Histórica das Linhas de Torres está localizado no núcleo histórico de Bucelas, nas instalações do futuro Museu do Vinho, que caracteriza toda a região demarcada.

Este centro visa promover, de modo interactivo, o conhecimento sobre a história da Guerra Peninsular, com o objetivo de preservar a história, a cultura e a memória coletiva de um povo que, em esforço de guerra, no início do século XIX, esteve à altura dos acontecimentos e se uniu em prol de uma causa comum, erguendo um sistema de fortificações militares para garantir a defesa da cidade de Lisboa. Aqui, o visitante poderá recolher informação sobre a complexidade das Linhas Defensivas de Lisboa, sendo desafiado a conhecer as dificuldades das populações locais na construção das fortificações de campo e no aprovisionamento de víveres, as estradas militares e o esforço de guerra quotidiano, indispensável à logística da máquina militar organizada para fazer frente ao invasor.

O Centro de Interpretação funciona de terça a domingo, das 10h às 13h e das 14h às 18h.
Encerra às segundas e feriados, sempre através de marcação prévia, com 48 horas de antecedência. Para marcações contacte o Gabinete de Arqueologia, através do telefone 211 150 664, ou pelo e-mail gabinete_arqueologia@cm-loures.pt

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