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Farol do Cabo da Roca
Farol do Cabo da Roca

Torre quadrangular de alvenaria, forrada a azulejos brancos e edifícios anexos, lanterna e varandim vermelhos.

O farol do Cabo da Roca conta-se entre os mais antigos da nossa costa, integrando o grupo de seis faróis mandados edificar pelo alvará pombalino de 1 de fevereiro de 1758.

Entrou em funcionamento em 1772, sendo atualmente o segundo mais antigo do nosso litoral.
Em 1843 o farol sofreu importantes alterações, entre as quais se contou com a montagem de um novo aparelho, composto de dezasseis candeeiros de Argand com refletores parabólicos funcionando a azeite. Este sistema já tinha movimento de rotação dado por um mecanismo de relojoaria.

Mesmo assim em 1865 os comentários em relação à luz do farol continuavam a não ser os mais abonatórios.
O Plano Geral de Alumiamento e Balizagem de Portugal, aprovado em 1883, previa a instalação de um farol elétrico no Cabo da Roca.

Catorze anos mais tarde (1897), viria a concretizar-se a instalação do farol elétrico. A fonte luminosa era constituída por 8 lâmpadas de arco providas de reguladores, do sistema de Baron, modificadas por A. Berjol. O sistema de reserva era composto por um candeeiro de 3 torcidas. Neste mesmo ano entrou em funcionamento uma sereia a vapor. O aparelho catóptrico foi substituído por um aparelho ótico de 4ª ordem. ​Em 1917 foi montada uma instalação produtora de gás acetileno em virtude do gás no mercado não ter a pureza necessária ao bom funcionamento do material instalado nos faróis, farolins e bóias.

Em 1947 foi instalado um novo aparelho ótico (aeromarítimo) de 3ª ordem (500mm distância focal), que ainda hoje ali se mantém.

Foi ligado à rede elétrica de distribuição pública em 1982. A lâmpada que até aí era de 3000W foi substituída por uma de halogéneo 1000W. Esta em 2009 foi substituída por uma de iodetos metálicos OSRAM HCI-TM 250W/830 WDL.

Em 1990 o farol foi automatizado e a instalação produtora de gás foi encerrada.

O farol entrou em grandes obras de beneficiação e manutenção em junho de 2008 até agosto de 2009. A lanterna e aparelho ótico foram desmontados para beneficiação e manutenção. Enquanto decorreram as grandes obras, manteve-se em funcionamento um farol provisório no muro junto aos equipamentos de meteorologia.

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Fontes: Site da Autoridade Marítima de Portugal e Wikipedia


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