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Farol do Cabo Raso
Farol do Cabo Raso

Trata-se de uma torre metálica, cilíndrica, vermelha, com treze metros de altura. Com lanterna e varandim e edifícios anexos.

O Plano Geral de Alumiamento e Balizagem do Continente de 1833, já previa para o Cabo Raso uma luz de porto.

A Comissão de Faróis e Balizas reunida em 16 de janeiro de 1884, deliberou o estabelecimento de um farol de 4ª ordem de clarões brancos de 1 em 1 minuto, indicado no plano geral, e que a luz do farol do Cabo Raso fosse colocada no forte de S. Brás, numa torre de alvenaria com 15 metros de altura. Este projeto foi aprovado pela Comissão em 30 de abril de 1885. Acabou no entanto por não ser esta a solução adotada, optando-se por uma outra menos dispendiosa.

«Em frente da janela e sobre uma lage de cantaria, collocarse-ha o apparelho luminoso, que ha pouco deixou de servir em Olhão e que tem o alcance luminoso não inferior a 5 milhas que na posição indicada illuminará um sector de 240º entre os 20º N.E. e 40º por 0, sendo a luz vermelha. De dia o apparelho recolher-se- ha para o interior da casa por meio d´um carreto movel sobre carris, assente na lage, ficando collocado sobre um estrado ou mesa fixa de madeira.»

O farol assim constituído entrou em funcionamento em 1 de janeiro de 1894, equipado com aparelho dióptrico, candeeiro a petróleo produzindo luz fixa, vermelha.

Em 1915 foi montada uma torre metálica com 13 metros de altura e 23 metros de altitude, sendo instalado um aparelho ótico de 5ª ordem, com luz fixa vermelha.

O aparelho ótico foi substituído por outro de rotação de 6ª ordem (150mm distância focal), em 1922. Começou a emitir, em vez da luz fixa vermelha, grupos de dois relâmpagos vermelhos de 10 em 10 segundos. A fonte luminosa é constituída por um candeeiro de petróleo e a rotação da ótica é produzida através dum mecanismo de relojoaria.

Foi projetado e construído um edifício para a instalação do sinal sonoro em 1925.

Em 1927 o sinal sonoro foi substituído por uma sereia de ar comprimido, acionada por um de dois motores de explosão a petróleo.

O farol foi eletrificado através de grupos eletrogéneos em 1947, passando a fonte luminosa a ser uma lâmpada de 3000W.

Foi ligado à rede elétrica de energia de distribuição pública em 1969.

Em 1984 foi automatizado. A ótica de 6ª ordem foi substituída por um pedestal rotativo de óticas seladas ("PRB"). Foi montado um novo sinal sonoro (CEFA 1000).

No ano 2000 foi instalado um novo sistema de telesinalização OMRON.

Em Dezembro de 2003 foi retirado o PRB-46 e montada uma lanterna ML-300 com eclipsor TF 3B e lâmpadas de 50W12V.

Foi ligado em 19 janeiro de 2009 à rede pública de abastecimento água, no âmbito de contrapartidas do protocolo da criação do farol museu de Santa Marta.

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Fontes: Site da Autoridade Marítima de Portugal e Wikipedia


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