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Farol de Esposende
Farol de Esposende
Trata-se de uma torre cilíndrica em ferro, edificada sobre uma base redonda de cimento, com lanterna e varandim de serviço. Inteiramente pintada de vermelho. Anexo, encontra-se um edifício de 2 andares para os faroleiros, pintado de amarelo.

Entre 1866 e 1925 funcionou na barra de Esposende um farolim lenticular, montado num candelabro de ferro, dentro do forte, à entrada da barra.

No discurso de abertura da sessão de 28 de julho de 1881 da Comissão de Faróis e Balizas, o Conselheiro Guilhermino Augusto de Barros, seu presidente, mencionava a dado passo:

«(…) Os pharolins dos Concelhos de Vianna e Espozende estão como é de uso ao ar livre, e nasceram de exigencias de occasião, destinando-se o segundo a enfiar com uma luz que nunca se collocou (...) ».

Esta luz que existia em Esposende e foi precursora do farol era, curiosamente, uma das primeiras luzes a petróleo, juntamente com as instalações em Viana do Castelo, Ericeira, Belém, Medo Alto (margem direita do Guadiana), Forte do Ilhéu (Madeira) e Ponta Delgada (S. Miguel); até então o combustível empregado fora o azeite.

Em 10 de abril de 1925, entrou em funcionamento o atual farol, numa torre em ferro com uma altura de 15 metros e uma altitude de 21. Neste mesmo ano passou a funcionar em regime de experiência um sinal sonoro. O aparelho nº 2 (aparelho dióptrico catadióptrico de 30cm de diâmetro), continuou em funcionamento, acabando por ser substituído em 1926 por outro de 5ª ordem (187,5mm distância focal). O aparelho iluminante era um candeeiro a petróleo de 2 torcidas.

No ano de 1938 o farol foi eletrificado com a ligação à rede pública e em 1943 foram construídas novas infraestruturas para habitação de um faroleiro, depósito de combustíveis, depósito de material e casa da forja.
Todo o sistema luminoso foi modificado em 1980, sendo montado um sistema rotativo monobloco de óticas seladas (“PRB 46”).

Foi instalado um detetor de nevoeiro para arranque automático do sinal sonoro em 1996 (LIEX 710-23). 
Em 23 novembro de 1999, mais uma vez o sistema iluminante foi modificado, sendo retirado o “PRB 46” e montado em seu lugar um novo sistema “TRB-400 Max Lumina”.

A partir de 2003 o farol foi desguarnecido de faroleiros passando a estar a cargo do farol de Montedor.​

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Fontes: Site da Autoridade Marítima de Portugal e Wikipedia


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