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Farol da Guia
Farol da Guia
Trata-se de uma torre octogonal branca de 28 metros de altura, em alvenaria. Possui ainda um farolim de enfiamento Santa Marta - Guia, de luz vermelha, com um alcance de 18 milhas náuticas.

​O primeiro farol erigido entre nós terá sido o farol de N.S. da Luz na foz da barra do rio Douro em 1680. Anteriormente já se utilizavam pontos elevados para acender fogueiras, a que se chamava fachos ou vigias.

É por esse facto que alguns autores sustentam que o farol existente junto da capela de N.S. da Guia será: «certamente o mais antigo da nossa costa atlântica, ao dealbar da nossa epopeia marítima.» 

Argumentam ainda que há indicações de que ele existisse já antes de 1522, havendo porém quem defenda que esse farol apenas terá começado a funcionar em 1537, o que o tornaria não o primeiro, mas o segundo da costa portuguesa, já que o do Cabo de S. Vicente parece datar de 1515 ou 1516. O farol terá ficado muito danificado pelo terramoto de 1755, por isso ele seria incluído entre os que eram mandados construir pelo alvará com força de lei de 1 de fevereiro de 1758.

O contrato para o projeto do farol da Guia foi assinado em 25 de junho de 1759, com o arquiteto Eugénio dos Santos.

Entrou em funcionamento em 1761, com uma torre de 28 metros de altura e 58 metros de altitude. Tinha como fonte luminosa um candeeiro de azeite.

Em 1865 foram feitas várias reparações, ficando o farol a funcionar com luz fixa branca, projetada por dezasseis candeeiros de Argand com espelhos parabólicos.

Em 1879, os espelhos parabólicos foram substituídos por um aparelho lenticular de 3ª ordem. A luz ficou a ser alimentada pelo gás produzido do petróleo, com candeeiro de gás, que viria a ser substituído por um candeeiro de 2 torcidas em 1897, com funcionamento a petróleo.

De 1914 a 1918 o farol esteve apagado por motivos militares, devido à I Grande Guerra. 

O farol foi eletrificado em 1955 através de dois grupos eletrogéneos, sendo ligado à rede pública em 1959.

Montou-se na torre do farol, na porção virada à barra norte, uma janela com vidros vermelhos para fazer o enfiamento com o farol de S. Marta.

Em 1982 inserido no plano de automatizações da barra do Tejo, foi automatizado, ficando a ser telecontrolado a partir da Central da Direção de Faróis.

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Fontes: Site da Autoridade Marítima de Portugal e Wikipedia


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