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Farol do Outão
Farol do Outão
Trata-se de uma torre hexagonal com lanterna e duplo varandim. Parte da torre pintada de branco, com a parte superior em pedra; lanterna vermelha. Construída no cimo de um velho forte.

Em pleno séc. XVII já se acenderia uma luz (fogueira), conforme dá a entender o livro,"Noticia dos Monumentos Nacionais e Edifícios e Logares Notáveis do Concelho de Setúbal" de M.M. Portela, e que descreve a Torre do Outão:

"A torre do Outão está edificada em uma ponta ou pequeno cabo junto à cordilheira da Arrábida, defendendo a barra de Setúbal. (...) A torre do Outão serviu de prisão d´estado e nélla foi retido o valente general Mathias D´albuquerque, por efeito de suspeitas, de que ficou plenamente illibado. No cimo dos fraguedos sobranceiros àquella fortaleza existe um reducto abandonado, onde estava o farol para guiar as embarcações que demandavam a barra de Setubal. Em despacho de 13 de Outubro de 1625, exarado na petição feita pela corporação marítima na casa do Corpo Santo, para que se pozesse um farol que indicasse a barra, se lê o seguinte: Que el Castelhano de Oton ponga este farol dando los suplicantes, lo necessário para el."

Este farol esteve primitivamente instalado na Serra da Arrábida e a sua construção naquele local data de 1775. Em 1857 sofreu algumas modificações entre elas a substituição do refletor catóptrico por um aparelho lenticular de Fresnel (o segundo a ser instalado depois de S. Maria), em 1863 foi transferido para junto do Sanatório do Outão dentro do forte, à entrada do porto de Setúbal.

Pouco ou nada se sabe quanto ao material primitivo que equipava este farol. Terá sido no entanto, tal como os outros edificados no séc. XVIII, equipado com uma árvore de vários candeeiros de Argand com refletores parabólicos funcionando a azeite.

Em 1917 foi montada uma nova lanterna e um aparelho ótico de 4ª ordem fixo, sendo a fonte luminosa um candeeiro nº 2, funcionando a petróleo, com luz branca fixa.

De março de 1916 a dezembro de 1918, o farol esteve apagado devido à 1ª guerra mundial.

Foi eletrificado com energia da rede pública em 1954, passando a fonte luminosa a ser a incandescência elétrica (lâmpada de 250W 220V). Passou de luz branca fixa, para luz de ocultações vermelha.

Deixou de estar guarnecido de faroleiros em 1982. Toda a balizagem do Sado passou a ser assistida pela balizagem do Tejo, localizada na Direção de Faróis. Nos anos noventa, depois de obras efetuadas nas casas da Amêijoa, foram novamente recolocados dois faroleiros para em 2003 ficar reduzido a um.

Em 1984 foi automatizado e a instalação elétrica foi ​remodelada

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Fontes: Site da Autoridade Marítima de Portugal e Wikipedia

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