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Farol de São Julião
Farol de São Julião
Trata-se de uma torre quadrangular em alvenaria, com 24 metros de altura, com o cimo acastelado e lanterna. A torre é em pedra por pintar; lanterna pintada de branco com cúpula vermelha.

Muito perto da foz do Tejo existiu em tempos uma ermida chamada de S. Gião, da qual deriva a designação da atual fortaleza, cuja construção ao que parece se iniciou em 1556 nos finais do reinado de D. João III.

A fortaleza foi palco de duas rendições: entregue durante a dominação filipina por D. Tristão Vaz da Veiga por entendimento com o inimigo em 1580 e em 1640 por um oficial de Filipe III, D. Fernando de La Cueva em troca de substancial recompensa. Foi cárcere – militar e político – desde o domínio dos Filipes até ao reinado de D. Miguel.

O alvará pombalino de 1 de fevereiro de 1758 mandava edificar entre outros o farol de S. Julião. Através de um documento da época, pensa-se que já tinha existido um farol em S. Julião e que foi destruído pelo terramoto de 1755.

O sistema iluminante instalado em 1775, de pouca eficiência, era composto de um aparelho de candeeiros de Argand com refletor parabólico.

Entre 1848 e 1865 o farol foi modernizado tendo sido nesta última data instalado um aparelho lenticular de Fresnel de 4ª ordem (foi o quarto farol na nossa costa a receber este tipo de aparelho), produzindo luz branca fixa, alimentada a gás destilado da madeira.

A partir de 1880 a iluminação passou a ser obtida pela incandescência de gás obtido do petróleo.

Em 1916 foi-lhe instalado um sinal sonoro de trompas. De 1916 a 1918 o farol esteve apagado por motivos militares, devido à primeira Guerra Mundial.

A luz do farol que era fixa, branca, em 1933 passou a ser de ocultações vermelha em virtude da resolução da conferência de balizagem, realizada em Lisboa, que bania as luzes fixas das balizagens marginando cidades ou povoações importantes. Nesta mesma data o farol foi ligado à rede elétrica de distribuição pública.

Integrado na rede de telecontrolo das aproximações do porto de Lisboa, foi automatizado em 1980, ficando a ser telecontrolado a partir da Central da Direção de Faróis.

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Fontes: Site da Autoridade Marítima de Portugal (www.amn.pt) e Wikipedia (pt.wikipedia.org)
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