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Farol da Ponta do Pargo
Farol da Ponta do Pargo

​​O Plano Geral de Alumiamento e Balizagem aprovado em 1883, contemplava um farol na Ponta do Pargo, projetando-se a instalação de uma ótica de 2ª ordem, de três clarões agrupados com 25,5 milhas de alcance luminoso em estado médio.

Só em 1896 se fizeram estudos no local, com vista à concretização deste projeto, levados a cabo pelo engenheiro diretor das Obras Públicas do Funchal e pelo capitão do mesmo porto.

A comissão nomeada em 1902 para estudar a modernização dos faróis contemplados no Plano Geral aprovado em 1883, presidida pelo capitão-de-mar-e-guerra hidrógrafo, Joaquim Patrício Ferreira e integrando o capitão-de-fragata hidrógrafo, Júlio Zeferino Schultz Xavier e o 1º tenente Francisco Aníbal Oliver, propunha a instalação nesta ponta de um aparelho de 3ª ordem, modelo pequeno, da casa Barbier, cujo preço era de 27.250 francos.

Só em 1911 se elaboraria o projeto de construção do farol.

O farol da Ponta do Pargo entrou em funcionamento em 05 de junho de 1922. A torre tem 14 metros de altura e 312 metros de altitude. Foi equipado, não com um aparelho de 3ª ordem como estava projetado, mas sim com um aparelho lenticular de 2ª ordem (700 mm distância focal), sendo a fonte luminosa um candeeiro de nível constante a petróleo. A rotação da ótica era produzida através da máquina de relojoaria. O terreno para se fazer a estrada para o farol foi comprado neste mesmo ano pela quantia de 1500$00.

O candeeiro de nível constante foi substituído em 1937 pela incandescência pelo vapor de petróleo.

O farol foi eletrificado em 1958 com a montagem de grupos eletrogéneos, ficando como reserva o gás. 

Foi eletrificado com energia da rede pública em 1989, sendo também neste mesmo ano automatizado com o sistema modelo DF.

Em 1999 a Resolução nº 95/99 da Presidência do Governo Regional, declara o farol da Ponta do Pargo de valor cultural da Região, classificando-o como de valor local.

Em 2001 foi criado um pequeno polo museológico no farol.

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Fontes: Site da Autoridade Marítima de Portugal e Wikipedia


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