Em posição dominante sobre este trecho do litoral, constituiu-se em uma bateria destinada à defesa deste ancoradouro contra os ataques de piratas e corsários, outrora frequentes nesta região do oceano Atlântico.
No contexto da Guerra da Sucessão Espanhola (1702-1714) encontra-se referido como "O Forte de São Sebastiam sobre a Ribeira da Cruz." na relação "Fortificações nos Açores existentes em 1710".
A "Relação" do marechal de campo Barão de Bastos em 1862 refere-o como "Posto da Foz da Ribeira da Cruz" e informa: "Idem" ("Não existem vestígios de fortificação").
A estrutura não chegou até aos nossos dias.