Em posição dominante sobre este trecho do litoral, constituiu-se em uma fortificação destinada à defesa deste ancoradouro contra os ataques de piratas e corsários, outrora frequentes nesta região do oceano Atlântico. Cooperava com os fortes doSanto Espírito e o de São João Baptista.
Constituía-se num reduto de pequenas dimensões, de forma irregular e adaptado à morfologia do terreno, supostamente com quatro canhoneiras.
Foi erguido no contexto da Guerra da Sucessão Espanhola (1702-1714), entre 1708 e 1710. Pode ser uma das estruturas que encontram-se referidas genericamente como "Os quatro Redutos do Porto da Calheta." na relação "Fortificações nos Açores existentes em 1710".
A "Relação" do marechal de campo Barão de Bastos em 1862 informa que se encontrava em grande ruína e abandonado desde longos anos.
No Tombo de 1883, encontrava-se em ruínas, a tal ponto que não era possível identificar-lhe as canhoneiras. Na planta que o ilustra encontra-se por lapso referido como "Forte de São João Batista".
Em 1876 (?) encontrava-se ocupado pela Câmara Municipal da Calheta, que para o seu local projetava erguer um mercado.
Em 1912 foi finalmente cedido à Câmara.
Em 1938, desocupado e em péssimo estado, foi entregue ao Ministério das Finanças.
Em nossos dias restam apenas vestígios da antiga estrutura.
--//--
Fonte: Wikipedia