É acedido por uma porta elevada em cantaria e apresenta uma janela com moldura de cantaria vermelha com tapa-sol verde. É coberto por uma cúpula em alvenaria. A escada de acesso, que nasce lateralmente, é em pedra seca e não apresenta guarda.
Em seu interior destaca-se a capela em estilo neogótico, sob a invocação do padroeiro que dá nome à fortaleza.
Foi erguido por determinação do governador e capitão-general da Madeira, Duarte Sodré Pereira, em 1708, de acordo com a inscrição epigráfica sobre o Portão de Armas.
No contexto da Guerra Civil Portuguesa (1828-1834), as forças liberais na ilha fizeram fogo deste forte contra a esquadraMiguelista. Tendo o brigue "Infante D. Sebastião" respondido o fogo, o forte sofreu ligeiros danos (22 de agosto de 1828).
No século XX, em 1910 as suas dependências foram utilizado como hospital de coléricos, tendo sido erguidas casas de madeira em seu terrapleno para esse fim.[3] Mais tarde foi utilizado como colónia de férias das crianças do Convento de Santa Clara do Funchal.
Encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público desde 18 de agosto de 1943.
Após a Revolução dos Cravos (1974), as suas dependências alojaram retornados das ex-colónias portuguesas em África.
Até 2002 esteve na posse de algumas famílias de Machico, que aí viveram por mais de vinte anos.
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Fonte: Wikipedia