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Farol do Cabo de São Vicente
Farol do Cabo de São Vicente

Antes de ter sido erguido o farol do cabo de São Vicente em 1846, a mando de D. Maria II, eram os monges do Convento de São Francisco que acendiam fogueiras no alto da torre, assinalando assim os eventuais perigos da aproximação à costa.
O farol inicial era iluminado a azeite, mas foi sofrendo várias modernizações ao longo dos anos, como o aumento da torre.

Actualmente é considerado um dos faróis da Europa de maior alcance. 

1260, c. de - D. Afonso III terá fundado um hospital ou albergaria para os peregrinos que iam em romaria ao túmulo de São Vicente; 1279 - 1325 - D. Dinis transforma-o num convento conhecido por Convento do Corvo; 1367 - 1383 - D. Fernando dá a Vasco Lourenço, seu capelão-mor, as rendas, direitos e ofertas da capela e ermida de São Vicente do Cabo; 1387, 29 de Janeiro - D. João I faz idêntica doação ao seu capelão-mor, Martim Gonçalves; 1508, c. de - O Bispo de Silves, D. Fernando Coutinho, ergue a fortaleza que defendia o Cabo; 1514, 5 de Março - D. Manuel confirma certos herdamentos que o Bispo de Silves, fizera aos religiosos; 1516 - anteriormente ocupado por frades jerónimos passou ao cargo dos religiosos capuchos; 1520, 21 de Julho - D. Fernando Coutinho, Bispo do Algarve, doa-lhe outras propriedades com casas e cerca para o seu sustento, uma vez que nas imediações não existiam terras que pudessem ser cultivadas. Nesta data o convento já possuía o farol que os capuchos mandaram acender e uma fortaleza que o envolvia e defendia; 1520, 7 de Agosto - medidas confirmadas por D. Manuel; 1567 - o convento e a fortaleza são atacados e destruídos por Francis Drake, sendo os frades obrigados a abandoná-lo e a recolherem-se nos de Lagos e de Portimão; 1606 - os frades voltam a ocupar o convento e a fortaleza é reedificada; 1719 - danificada pelo terramoto; 1722 - danificada pelo terramoto; 1755 - o terramoto causa estragos significativos, sendo mais tarde mandado restaurar por D. Maria; 1834 - com a extinção das ordens religiosas desaparecem os restos do convento e da igreja por completo; 1846 - o governo de D. Maria II manda ali instalar o farol; 1904, c. de - igreja e convento desapareceram, adaptados a instalações e dependências do Ministério da Marinha; ficou apenas o forte, ainda que danificado; 1962, 30 maio - delimitação de ZEP, Portaria publicada no DG, 2.ª Série, n.º 128; 1969 - danos provocados pelo sismo; 1986, 25 setembro - retificação da delimitação da ZEP, Portaria n.º 550/86, DR, 1.ª Série, n.º 221

A torre do farol tem uma altura de 28 m, a luz encontra-se a 86 m de altitude e o seu alcance luminoso é de 32 milhas (c. 59 km), com uma característica luminosa de relâmpagos brancos simples com um período de 5 segundos.

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Fonte:SIPA, LIFECOOLER

 

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