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| CONTACTOS |
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| Morada |
Largo D. Lourenço Vicente |
| Cód. Postal |
2530-126 LOURINHÃ |
| Telefone |
261422159 |
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ÁREA GEOGRÁFICA(km2)
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38.49
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| EXECUTIVO DA JUNTA |
ASSEMBLEIA DA FREGUESIA |
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| Presidente |
Pedro Manuel Marques Margarido |
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| Secretário |
Fernando José Martins Ferreira |
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| Tesoureiro |
Octávio dos Santos Perreira Perluxo |
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| 1º Vogal |
Eugénia Maria Leandro Duarte Rodrigues de Carvalho |
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| 2º Vogal |
Pedro Noivo Leitão |
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| Presidente |
Fernando Jorge de Sousa Gonçalves |
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| Secretários |
Maria da Guia Pereira de Matos / Maria Virgínia Gomes Ferreira |
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Restantes
Elementos |
António José Rodrigues da Silva
Abílio Marta Pereira Vicente
João Augusto de Oliveira Mateus
Carlos Jorge Horta Pereira
Hernani Luis Henriques Rodrigues Delgado
Gracelinda ALmeida e Pinho Tomás Sarreira
Duarte Nuno Neto Gonçalves
Vitor Manuel Andrade Pereira
Mapril Jorge C. Pinheiro |
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| DESCRIÇÃO DA FREGUESIA |
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A história da Lourinhã perde-se nos tempos.
A origem do seu nome revela influências do domínio romano. Foi território
muçulmano, até ser conquistado por D. Afonso Henriques ,no período da conquista aos mouros.
A chegada ao Porto, que nessa altura era apenas um Condado, em 1147, de uma frota de cruzados franceses, que constituíam a 2a Cruzada, permitiu conquistar Lisboa e todo um vasto domínio que mais tarde foi doado por D. Afonso Henriques aos Francos: "dês termo de Santarém todo arredar ao mar, e dês Ôbidos até Lisboa, e entom partia as terras por esta guisa: deu aos franceses, e aqueles que com eles quiserem ficar das nações susu ditas. o senhorio d'Azambuja, e de Vila Verde, e d'Atouguia e de Lourinhã, sendo os ditos lugares em aquel tempo terra chãa : e depois foram os ditos lugares poboadas das ditas nações"
Assim. D. Jordão, fidalgo francês, tomou-se o primeiro Senhor da Lourinhã, a quem deu foral em 1160, com autorização de D. Afonso Henriques, confirmada por D. Afonso TI por Carta de Março de 1218.
O Senhorio da Lourinhã foi sucessivamente da posse dos familiares de D. Jordão, até ao reinado de D. João I, que por carta de Outubro de 1384, retirou o senhorio ao descendente de D. Jordão, partidário de Castela, e fez na mesma Carta a doação a D. Lourenço Vicente, Arcebispo de Braga, nascido no Casal da Charrua, perto da Areia Branca, deste concelho, " a quem quis fazer graça e mercê ... pela razão da sua pessoa e remunerar por muitos feitos
que ele fez e faz "
Como Senhor da Lourinhã, de 1384 a 1396, D: Lourenço mandou reconstruir a Igreja inicial do Castelo então existente, que é actualmente monumento nacional e ex-libris da Vila da Lourinhã.
Por morte de D. Lourenço Vicente, foi o senhorio da Lourinhã doado ao Dr. João das Regras, por Carta de 29 de Maio de ]396, passando a partir desta data a ser exercido pelos descendentes do famoso doutor das leis, a família Castro, Condes de Monsanto.
O último donatário da Lourinhã, foi D. António Francisco Lobo de Almeida Meio e Castro de Saldanha e Beja, 7° Conde das Galveias , cujos direitos senhoriais terminaram no reinado de D. Luís, com a publicação do Decreto de 19 de Maio de 1863, que extinguiu os morgados e domínios senhoriais.
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