São João das Lampas
   
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Reorganização administrativa do território (Lei n.º 22/2012, de 30 de maio)
Freguesia: São João das Lampas
Novo Nome: União das freguesias de São João das Lampas e Terrugem

Freguesias agregadas: São João das Lampas, Terrugem
Distrito: Lisboa
Concelho: Sintra
 
Freguesia: São João das Lampas
CONTACTOS
 
Morada Avenida Central, 16
Cód. Postal 2705-737 SÃO JOÃO DAS LAMPAS
Telefone 219608860/69

   
ÁREA GEOGRÁFICA(km2) 57.29

EXECUTIVO DA JUNTA ASSEMBLEIA DA FREGUESIA
 
Presidente Guilherme Joaquim Coimbra Ponce de Leão
Secretário Domingos Bicho Chiolas
Tesoureiro Lígia Joana Miranda Carreira
1º Vogal Emídio Parcelas Pardal
2º Vogal Domingos Manuel Pereira Vicente
 
Presidente Renato Lima Azenha
Secretários José Alberto Carvalho / Maria da Cruz I. Sapina Teixeira Brás
Restantes
Elementos
Carlos Manuel dos Santos Duarte
Maria Eduarda Duarte Jacinto
José Fernando Morais
Manuel Inocêncio Carioca
Ana Paula Ferreira Justino
Henrique Gairifo Manuel
Manuel Fernando Duarte Simões
Maria Fernanda P. C. dos Santos Rosa
Lourenço Tomé azenha
Luís Miguel Pinho Morgado

DESCRIÇÃO DA FREGUESIA
 
Memória Descritiva e Justificativa dos Símbolos Heráldicos da Freguesia de S. João das Lampas

Havendo que ordenar os símbolos heráldicos da Freguesia de S. João das lampas, Foi escolhido como elemento principal um símbolo Falante, clara
mente identiFicador da Freguesia, neste caso um cordeiro empunhando a bandeira designada por lábaro, e que é uma das representações mais expressivas do santo cujo nome a Freguesia usa.
As duas mais signiFicativas actividades económicas Foram também escolhidas para Figurarem nos símbolos heráldicos - a indústria e a agricultura - neste caso representadas por uma roda dentada e por uma gleba de espigas de trigo, ambas representadas de ouro em alusão à riqueza do seu valor económico.
A ponte, muito antiga, que atravessa um curso de água Foi também figurada, em alusão não só à sua importância para o transporte de mercadorias e circulação de pessoas, mas também como elemento bastante expressivo do património histórico-cultural em que a freguesia é rica.
O verde, escolhido para o campo do escudo alude às características rurais da freguesia e ao facto de ela estar integrada na sua quase totalidade, num Parque Natural (Sintra - Cascais).
No que respeita à escolha do amarelo para cor do estandarte e da bandeira de hastear, pretende ele aludir, por um lado, à importância económica das produções da freguesia e, por outro, ao respeito pela lei heráldica da iluminura.
A confrontação da freguesia com o mar foi aludida recorrendo a uma tira verde posta em ponta.

Notas Historicas

Até ao século XVI, o território que mais tarde viria a constituir a Freguesia de S. João das Lampas, permaneceu sujeito à Paróquia de S. Marlinho de Sintra.
Dada a grande distância que separava a população da Igreja matriz, o Infante D. Afonso fez publicar, em 1539, o alvará que autorizou os fregueses a nomear pároco com residência fixa em S. João dos Porqueiros antiga designação toponímica da povoação em análise mantendo embora a ligação a S. Martinho de Sintra. Poucos anos antes, a velha igreja local fora já reconstruída à medida das novas aspirações de autonomia. Dessa campanha de obras evidencia-se o portal manuelino, classificado como Imóvel de Interesse Público, desde 1959.
No virar do século, concretamente em 1600, o nome da povoação S. João dos Porqueiros é substituído pela actual designação.
Ainda na primeira metade do século XVII, uma nova sentença eclesiástica veio reforçar a independência da Igreja de S. João Baptista face à Matriz de S. Martinho.

Nas Memórias Paroquiais de 1758, S. João das Lampas surge já como uma das freguesias do Termo de Sintra, judicialmente dependente da Comarca de Alenquer.
De acordo com o Numeramento de 1527, a região de S. João das Lampas encontrava-se dividida em cinco vintanas: Açafora com 34 vizinhos; Odrinhas com 37 vizinhos, Poyanos (actualmente Casal de Pianos) com 29 vizinhos; São João com 34 vizinhos e Pernigem com 47 vizinhos.
A Lista das Comarcas do Reino de 1640, regista o total de 215 vizinhos repartidos pelas diferentes vintanas.
À vintana de Odrinhas pertenciam então os lugares de Alvarinhos, Amoreira, Areias, Bolelas e Funchal; à de São João, as povoações de Alfaquiques, Arneiro, Bodicaes (sic) e Sacaire (sic); os aglomerados de Bolembre, Fontenelas (sic), Gouveia e Magoute (sic) faziam parte de vintana de Pernigem; os lugares de Catribana, m Cortezia, Moucevaria e Tojeira formavam a vintana de Pyanos e a povoação de Açafora constituía com o lugar de Almograve, a Quinta unidade administrativa de S. João.
As memórias Paroquiais de 1758 conta-se, para a sede de freguesia, 110 moradores.
Já no século XIX, na Cintra Pinturesca do Visconde de Juromenha (1838) refere-se a existência de um total de 715 fogos e 3300 moradores dispersos pelos 32 lugares que constituíam então a freguesia.
Em 1940, o número de habitantes da freguesia de S. João das Lampas elevou-se a 4294, registando em 1960, 4946 habitantes. Em 1981, a população a freguesia era de 6838 habitantes.
De acordo com os dados do último Censo (1991), a população residente totaliza 7690 habitantes.

A agricultura dominou, até há pouco tempo, as atenções da população. Os terrenos do planalto de S. João das Lampas são especialmente aptos para a produção de cereais. A cevada, o trigo, o milho, o feijão e a vinha são apontadas nas Memórias Paroquiais setecentistas como as suas principais culturas. Durante a década de 40 deste século, S. João das Lampas detinha o maior número de cabeças de gado bovino relativamente às restantes freguesias do Concelho de Sintra. Oliveira Boléu (1973) faz notar que a inexistência de grandes manadas se relaciona com o facto da criação do gado se acumular, frequentemente, ao cultivo da terra.
Nos nossos dias, a exploração agrícola coexiste com o desenvolvimento da indústria e das actividades ligadas ao turismo. A extensão da costa e a subsistência de núcleos relativamente preservados de arquitectura tradicional fomentam a afluência de um grande número de visitantes à freguesia.
A proximidade do Oceano marcou, desde sempre, o quotidiano da região. Durante o século XVIII, os fregueses de S. João estavam dispensados de enviar soldados ao exército do reino, dado  que a vigia da costa ocupava todo a população.
No Magoito existem, ainda, os vestígios de uma fortaleza o Forte de Santa Maria parcialmente destruído pelo Terramoto de 1755. Esta referência às necessidades de defesa da faixa costeira relaciona-se com os frequentes assaltos protagonizados pelos piratas "mouros", prática que se encontra muito bem documentada para toda a zona a norte do Cabo da Roca e, muito especialmente, para a área da Ericeira.

Dezembro 1999
 
 
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