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Freguesia de Romeira

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Locais de Interese (Património)
Fundação Calouste Gulbenkian
Obra marcante da arquitectura e da cultura portuguesas do séc. XX, a Sede e Museu da Fundação Calouste Gulbenkian foram concebidos na década de 60 pelos arquitectos Ruy Athouguia, Pedro Cid e Alberto Pessoa, inaugurando-se o complexo em 1969.
O parque e os equipamentos anexos foram projectados em estreita articulação com o edificado, devendo-se o traçado paisagístico aos arquitectos Gonçalo Ribeiro Telles e António Viana Barreto.
Na década de 80, um outro edifício veio complementar a vocação cultural do conjunto, o "Centro de Arte Moderna José Azeredo Perdigão", Inaugurado em 1983.
Palácio Nacional de Mafra
O Palácio Nacional de Mafra foi construído durante o reinado de D. João V, em conseqüência de uma promessa que o jovem rei fizera se a rainha D. Maria Ana de Áustria lhe desse descendência. Há quem defenda que a obra se construiu por vias de uma promessa feita relativa a uma doença de que o rei padecia. O nascimento da princesa D. Maria Bárbara determinou o cumprimento da promessa. Este palácio e convento barroco domina a vila de Mafra.

O trabalho começou a 17 de Novembro de 1717 com um modesto projecto para abrigar 13 frades franciscanos, mas o ouro do Brasil começou a entrar nos cofres portugueses; D. João e o seu arquiteto, Johann Friedrich Ludwig (que estudara na Itália), iniciaram planos mais ambiciosos. Não se pouparam a despesas. A construção empregou 52 mil trabalhadores e o projeto final acabou por abrigar 330 frades, um palácio real, umas das mais belas bibliotecas daEuropa, decorada com mármores preciosos, madeiras exóticas e incontáveis obras de arte. A magnifica basílica foi consagrada no 41.º aniversário do rei, em 22 de Outubro de 1730, com festividades de oito dias.

O palácio era popular para os membros da família real, que gostavam de caçar na tapada. Hoje em dia decorre um projeto para a preservação dos lobos ibéricos. As melhores mobílias e obras de arte foram levadas para o Brasil, para onde partiu a família real quando das invasões francesas, em 1807. O mosteiro foi abandonado em 1834, após a dissolução das ordens religiosas. Durante os últimos reinados da Dinastia de Bragança, o Palácio foi utilizado como residência de caça e dele saiu também em 5 de Outubro de 1910 o último rei D. Manuel II para a praia da Ericeira, onde o seu iate real o conduziu para o exílio.

No palácio pode-se visitar a farmácia, com belos potes para medicamentos e alguns instrumentos cirúrgicos, o hospital, com dezasseis cubículos privados de onde os pacientes podiam ver e ouvir missa na capelaadjacente, sem saírem das suas camas. No andar de cima, as suntuosas salas do palácio estendem-se a todo o comprimento da fachada ocidental, com os aposentos do rei numa extremidade e os da rainha na outra, a 232 m de distância. Ao centro, a imponente fachada é valorizada pelas torres da basílica coberta com uma cúpula. O interior é forrado a mármore e equipado com seis órgãos do princípio do século XIX, com um repertório exclusivo que não pode ser tocado em mais nenhum local do mundo. O átrio da basílica é decorado por belas esculturas da Escola de Mafra, criada por D. José I em 1754, foram muitos os artistas portugueses e estrangeiros que aí estudaram sob a orientação do escultor italiano Alessandro Giusti. A sala de caça exibe troféus de caça e cabeças de javalis.

O Palácio possui ainda dois carrilhões, mandados fabricar em Antuérpia por D. João V, com um total de 92 sinos que pesam mais de 200 toneladas e são considerados os maiores e melhores do mundo.

Contudo o maior tesouro de Mafra é a biblioteca, com chão em mármore, estantes rococó e uma coleção de mais de 40 000 livros com encadernações em couro gravadas a ouro, incluindo uma segunda edição de Os Lusíadas de Luís de Camões.

Foi classificado como Monumento Nacional em 1910 e uma das Sete Maravilhas de Portugal a 7 de Julho de 2007.

Atualmente, o único residente do Palácio é um antigo tipógrafo, de nome Gil Mangens. Descendente de uma família de origem francesa, que chegou a Lisboa no século XVIII, por alturas da construção do Palácio, na pessoa de um gravador de nome Mangens, devotou, à imagem de seu pai e avô, toda a sua vida ao monumento que o acolhe.

Mosteiro de Alcobaça
O Mosteiro de Sta Maria de Alcobaça faz parte do Património da Humanidade. Segundo a lenda, esta Abadia foi fruto de uma promessa feita por D.Afonso Henriques ao seu primoS.Bernardo. Foi durante a conquista de Santarém. Este mosteiro foi fundado em 1153 , a sua construção durou vários séculos. A primeira igreja de estilo Cisterciense, foi substituida pela segunda que seguiu as influencias de Claraval. O seu pórtico de fachada actual data de 1702, Barroca, veio substituir a original Gótica, tendo permenecido apenas a sua grande abertura redonda.
Panteão Nacional - Igreja de Sta. Engrácia
Localizado em São Vicente de Fora, o complexo da igreja de Santa Engrácia, edificado entre os séculos XVII e XX - a demora na edificação está na origem, aliás, da expressão "obras de Santa Engrácia" -, alberga os túmulos de várias personalidades da História de Portugal, por ter sido elevado à categoria de Panteão Nacional em 1916.
Trata-se de uma arquitectura de maneirismo clássico assimilado ao barroco, com planta em cruz grega, três capelas absidadas, espaço central quadrangular e quatro torres nos ângulos.
O exterior é marcado pela ondulação dos alçados, com curvas e contracurvas e alternância (triangular/circular) de frontões que representam uma inovadora e criativa utilização das formas clássicas, o que acentua o dinamismo exterior da massa arquitectónica.
O barroco do portal decorre essencialmente dos elementos esculturais que o ornamentam. Os elementos arquitectónicos testemunham o barroco italianizante. Decoram o edifício colunas de ordem dórica, jónica e compósita. O entablamento é neoclássico.
Amplitude de espaço arquitectónico valorizada por efeitos contrastantes de claro/escuro barroco. Grande harmonia entre a policromia do mármore e a cor alva da parede. Sumptuosidade do estilo joanino na talha dourada do órgão.
Encontram-se aqui os túmulos dos presidentes da República Teófilo Braga, Sidónio Pais e Oscar Carmona, dos escritores João de Deus, Almeida Garrett e Guerra Junqueiro, da fadista Amália Rodrigues e os monumentos evocativos de Luís de Camões, Pedro Álvares Cabral, Afonso de Albuquerque, Nuno Álvares Pereira, Vasco da Gama e do infante D. Henrique.
Santuário do Bom Jesus do Monte
Tal como o conhecemos, o santuário é o resultado de múltiplas intervenções arquitectónicas, aliadas a um esforço de actualização estética e catequética que, desde final do século XV, tem reafirmado a vocação religiosa deste espaço.
As principais obras ocorreram no período barroco, acentuando a veneração e a recriação da Paixão de Cristo através de longas escadarias abertas no monte, mas são também muitos os testemunhos do rococó e do neoclassissismo, visíveis nos patamares existentes ao longo do percurso ascensional que conduz à igreja, projectada por Carlos Amarante, em 1784.
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