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Freguesia de Romeira

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Locais de Interese (Património)

O Castelo (ou cidadela), no estilo românico e gótico, com intervenções manuelinas, encontra-se na cota de 760 metros acima do nível do mar, interrompendo a cerca da vila a Sudeste e desenvolvendo-se para o seu exterior. Acedido por umaescadaria, os seus muros apresentam traçado ovalado irregular percorridos no topo por adarve com remate biselado eseteiras cruciformes. São rasgados por duas portas:

  • Porta do Castelo, a Nordeste, em arco pleno, com ombreiras parcialmente entalhadas no afloramento rochoso, é encimada por balcão misulado com mata-cães (conhecido como “Varanda de Pilatos”) ao lado do qual se inscrevem as armas de D. Manuel I;
  • Porta Falsa do Castelo, a Sul, com lintel reto e umbrais oblíquos.

No interior da praça de armas localiza-se a cisterna de planta quadrangular e, na parte mais elevada, ao centro, a Torre de Menagem, também de planta quadrada, com um só pavimento. Esta apresenta embasamento escalonado, com uma porta rasgada a Sul, de lintel reto com umbrais oblíquos encimada por arco de descarga de volta perfeita, assim como três seteiras nos demais alçados. É encimada por merlões retangulares com coroamento piramidal.

A cerca da vila apresenta um traçado ovalado irregular, engastada em afloramentos rochosos de granito (inacessível pela vertente Sul), desprovida de merlões. Esta cerca é rasgada por quatro portas:

  • Porta da Vila ou Porta do Concelho, a este, em arco quebrado e coberta com abóbada concordante, acedendo o chamado largo do Curro, um terreiro em torno do qual se dispõe a malha urbana da vila medieval, acompanhando as curvas de nível do perfil topográfico da escarpa;
  • Porta Nova ou Porta Nova da Vila, a oeste, em arco pleno com abóbada de berço, exibindo ainda as medidas padrão da vara e do côvado;
  • Porta Falsa, a nordeste, em arco quebrado, entaipada na reforma seiscentista; e
  • outra Porta Falsa, a sudeste, junto ao castelo, destacando-se pela presença do arco ultrapassado no lado exterior e arco pleno no lado interior.

O perímetro defensivo urbano integra a chamada Torre do Facho, localizada a Nordeste, muito perto da Porta Falsa. Esta apresenta planta quadrada, com embasamento escalonado e desprovida de vãos. No cunhal Sudeste, junto à Porta da Vila, eleva-se sobre o adarve um pequeno torreão ou vigia, de planta circular e coroamento cônico. Nesta torre foi erguido um marco geodésico, assinalando o ponto mais elevado da região, com a cota de 773 metros acima do nível do mar.

Fonte: Wikipédia

O castelo com traços dos estilos Românico e Gótico, coroa, a Nordeste, o conjunto das muralhas da antiga vila medieval. Os seus muros são reforçados por cinco torres de planta quadrangular, encimados por ameias quasdrangulares, com terminação piramidal, e percorridos por adarve. No lado Sul do amplo pátio de armas, ergue-se a Torre de Menagem, de silhueta tronco-piramidal, com planta quadrada, apresenta porta em arco de ferradura, em estilo pré-românico.

A primitiva povoação contava com uma cerca de muralhas com aproximadamente um quilômetro de circunferência, reforçada por quinze torres. Nessa muralha rasgavam-se quatro portas, defendidas por torres e três postigos:

  • Porta d’El-Rei
  • Porta de São João
  • Porta do Prado e
  • Porta do Carvalho
  • Postigo do Olhinho do Sol
  • Postigo do Boeirinho e
  • Porta da Traição.


Fonte: Wikipédia

Em posição dominante na cota mais alta do terreno, ergue-se o castelo, que apresenta planta no formato quadrangular. O topo das muralhas, em aparelho misto de cantaria de granito e de alvenaria de xisto, é percorrido por um largo adarve, protegido por merlões, nos quais se rasgam troneiras cruzetadas. O adarve é acedido por quatro escadas internas. Os muros são reforçados por três sólidos torreões nos ângulos, e por um quarto, localizado no centro do pano de muralha pelo lado sudoeste. Estas torres são rematadas por ameias piramidais, assim como a Torre de Menagem, de invulgar planta pentagonal, defendendo o portão principal. O interior desta última, em estilo gótico, é dividido em três pavimentos, com tetos abobadados e fechos ornamentados por escudos com as quinas nacionais. O compartimento superior é iluminado pelas portas que dão acesso a balcões misulados, com matacães.

Entre a torre de menagem e o torreão do ângulo leste inscreve-se um balcão ameado, vigiando a entrada principal da praça de armas. Inferiormente, na zona exterior, corre a cerca da barbacã - dispositivo defensivo que une e reforça as muralhas do castelo, igualmente rematadas por maciços merlões com aberturas de troneiras cruzetadas. Apoiam as suas muralhas dois pequenos cubelos circulares, abrindo-se próximo de um deles um pequeno portal de arco em ogiva.

A cerca da vila apresentava conformação aproximadamente oval, dela restando, atualmente, apenas pequenos trechos. Nelas se abria a Porta da Vila, próximo à chamada Torre do Relógio.

Fonte: Wikipédia

O sítio foi sondado pela primeira vez no início da década de 1980, vindo a ser pesquisado sistemáticamente, a partir de 1989 pela Profa.Susana de Oliveira Jorge, no contexto de uma ampla campanha de prospecção realizada na região, a fim de avaliar o seu potencial arqueológico e estabelecer aqueles pontos merecedores de uma pesquisa mais detalhada. Integra atualmente o Parque Arqueológico do Vale do Côa.

A primeira fase construtiva do sítio é anterior ao terceiro milênio a.C., quando se registrou uma breve ocupação que, entretanto, permitiu fossem erguidas estruturas habitacionais, como testemunham alguns buracos de poste, lareiras e fragmentos cerâmicos. Data desse período a edificação de um torreão com evidências de ter sido utilizado até cerca de 1300 a.C..

Uma segunda fase construtiva registou-se entre cerca de 2900 a.C. e o início do segundo milénio a.C., abrangendo a edificação, na cota mais alta do esporão, do que se considera um "monumento" de planta sub-elíptica delimitado por uma pequena muralha e complementado, a Sul, por um recinto subcircular, bem como uma plataforma intermédia circundada por uma rampa ou talude, com átrio. Datam deste período algumas cabanas a ele associadas e diversos fragmentos decerâmica, dormentes e moventes graníticos, pontas de seta, pesos de tear, diversos objetos de cobre e um de ouro, contas de colar e outros elementos de adorno.

Uma terceira fase construtiva decorreu entre o início do segundo milénio a.C. e 1300 a.C., enquanto as primitivas estruturas continuavam a ser utilizadas, enquanto se reconstruia uma rampa e se erguiam estruturas perecíveis. Data desta fase um espólio constituído por vasos cerâmicos, com motivos decorativos.

Uma quarta fase construtiva, mais recente, consistiu na petrificação da zona "monumental".

Este sítio arqueológico encontra-se em classificado como Sítio de Interesse Público (SIP) desde 2010.

Fonte:Wikipédia

Bateria de Albufeira
A Bateria de Albufeira, no Algarve, localiza-se na rua da Bateria, cidade, Freguesia e Concelho de mesmo nome, Distrito de Faro, em Portugal.
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