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Freguesia de Romeira

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Fortificação marítima em estilo maneirista, apresenta planta irregular orgânica (adaptada ao promontório rochoso sobre o qual assenta), com um baluarte em cada vértice. As muralhas, em aparelho de pedra irregulasr com cantaria nos vértices, apresentam contrafortes, abrigando oito dependências que atendiam as funções de Quartel da Tropa, Casa do Comando, Paiol e Armazéns. No segundo piso, localiza-se a Praça de Armas.

Encimando o portão monumental, sob um lintel, destaca-se uma imagem em baixo-relevo de São Miguel Arcanjo, patrono do forte, e uma inscrição: "El-Rey Dom Joam o Quarto – 1644", ambas atualmente bastante desgastadas.

No ano de 1901 ou de 1902, iniciou-se um processo para a expropriação do forte, tendo em seguida se procedido à reconstrução parcial de um baluarte danificado, para nele instalar o Farol da Nazaré (1903), activo até hoje, com um alcance luminoso de quinze milhas náuticas, completado por um sinal sonoro de aviso em dias de nevoeiro intenso.

Fonte: Wikipédia

Fortificação marítima, em posição dominante sobre um pequeno promontório, apresenta planta estrelada, com quatro baluartes triangulares e cinco plataformas onde ficavam dispostas as bocas de fogo.

Exteriormente é rodeada por um fosso, ultrapassado uma ponte. O portão de armas, encimado por uma lápide com uma inscrição epigráfica alusiva à fundação e edificação do forte e pelo escudo nacional coroado, é de arco de volta perfeita, com moldura de aparelho rusticado ladeado por duas pilastras.

Fonte: Wikipédia

A Praça-forte é constituída, de norte a sul da Península de Peniche, por uma série de obras defensivas com estrutura abaluartada, com planta no formato de um polígono irregular estrelado, adaptado ao terreno. O perímetro amuralhado abrange uma área de cerca de dois hectares. Nele se inscrevem de sul para norte quatro portas : a "Porta das Cabanas", a "Porta Nova", a "Porta da Ponte" e a "Porta de Peniche de Cima". O conjunto da fortificação dividia-se assim em dois grandes setores :

A norte, em Peniche de Cima, dominava o "Forte da Luz", hoje em ruínas, protegido por altas escarpas. A partir da Porta de Peniche de Cima a Praça-forte é constutuída por uma alta e extensa muralha circundada por um fosso naturalmente inundado pela água do mar (cheio na maré alta) até à Porta das Cabanas, que corresponde ao antigo porto de pesca, conhecido como Portinho de Revez, mesmo ao lado da "Fortaleza", i.e., da Cidadela. A Cidadela de Peniche, combaluartes nos vértices coroados por guaritas circulares, estava armada de canhoneiras no terrapleno, apontadas para o lado do mar. Do lado da terra, para proteger o monumental portão de entrada, fora construido um revelim triangular. Do forte faziam inicialmente parte o chamado Baluarte Redondo (a primeira fortificação construída), a Torre de Vigia e a Capela de Santa Bárbara. 

A sul, em Peniche de Baixo, frente ao povoado, dominava a cidadela, no chamado "Campo da Torre". No seguimento do revelim, a cidadela era protegida por um fossoamuralhado que acompanha o traçado poligonal das suas imponentes muralhas, tornando-a invulnerável. Cortinas e fossos adicionais protegiam o setor oeste, bem como diversas canhoneiras, caminhos cobertos e esplanadas. Outras duas cortinas a norte e baluartes a leste e a oeste estavam associados a várias construções de planta retangular. Nesse conjunto foram integradas as famosas prisões ulteriormente construídas em redor de uma torre de vigia, a construção mais elevada do forte, ponto estratégico de observação que então servia para acautelar qualquer pretenção indesejada.

Fonte: Wikipédia

Tratava-se, em sua origem, em fins do século XVI, não de uma fortificação em si, mas de um estabelecimento militar de apoio para a construção daTorre do Bugio. O conjunto compreendia edificações para residência de trabalhadores, galpões para a preparação de cantarias e armazéns de materiais de construção, transportados para as obras do Bugio embarcaças. À época, o estabelecimento era conhecido como Feitoria das Obras da Cabeça Seca ou simplesmente Feitoria d'El-Rei, conforme referência de João Vaz, Juiz Ordinário e dos Órfãos do reguengo de A-Par-de-Oeiras (1596).

Posteriormente, no século XVIII, foi adicionada uma bateria ao conjunto.

Entre 1816 e 1823 foi quartel do Batalhão de Caçadores n.º 5.

No século XX foi entregue ao Colégio Militar para colónia de férias (1939). Atualmente bem conservado, pode ser observada na Av. Marginal, entre o Forte de São Julião da Barra e o Forte de Nossa Senhora das Mercês de Catalazete.

Fonte: Wikipédia

O castelo medieval

À época da Reconquista cristã da Península Ibérica, D. Afonso Henriques(1112-1185) concedeu ao fidalgo francês, D. Jordan (ou Jordão), integrante da Segunda Cruzada, em recompensa pelos serviços prestados na conquista de Lisboa (1147), o senhorio da Lourinhã e seus domínios.

Este fidalgo teria passado foral à povoação em 1160, com a autorização do soberano, diploma confirmado por D. Afonso II (1211-1223) (Santarém, Março de 1218).

D. Afonso III (1248-1279) repetiria o gesto em 1251, o mesmo o fazendo D. Pedro I (1357-1367) por uma Carta de Confirmação de Privilégios (Chancelaria de D. Pedro I, L. 1, fl. 11v). Afirma-se que estes últimos privilégios estariam ligados aos amores do soberano por D. Inês de Castro, que aqui se teria refugiado, recebendo as reais visitas.

Ao se inaugurar a Dinastia de Avis, o senhorio da Lourinhã foi doado a D. Lourenço Vicente, Arcebispo de Braga (1384), passando, por sua morte (1397), para o jurista João das Regras.

Do século XIV aos nossos dias

No século XVI, D. Manuel I (1495-1521) concedeu-lhe Foral Novo (1512).

A memória da existência de um castelo perdura apenas na designação da antiga Igreja Matriz, sob a invocação de Nossa Senhora da Anunciação, também conhecida como Igreja de Santa Maria do Castelo.

Em estilo gótico mendicante, com motivos que evocam a peregrinação a Santiago de Compostela, acredita-se que a sua construção se iniciou na segunda metade do século XIV, por iniciativa de D. Lourenço Vicente, sobre os restos do antigo Castelo da Lourinhã, segundo uns, ou de uma antiga fortificação muçulmana, segundo outros.

Em nossos dias, a Igreja de Santa Maria do Castelo e o Forte de Nossa Senhora dos Anjos de Paimogo (restaurado) constituem o patrimônio arquitetônico de maior interesse no concelho.


Fonte: Wikipédia

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