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Terça-Feira, 19.11.2019
 
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Locais de Interese (Património)
É um templo quinhentista, cuja fundação se atribui a D. Afonso II, e que foi totalmente reparado em 1745, sob o risco do arquitecto Nicolau Nazoni.
È uma Igreja ampla e com bastante luz e está dotada de belas imagens de madeira, sendo a mais notável, a do Senhor Jesus Crucificado, com 8 palmos, assente numa cruz de pau de ébano., que se encontra num altar próprio e da qual nunca foi possível identificar o seu autor.
No altar mor, estão expostas nas paredes 4 telas, enquadradas em ricas molduras, colocadas nos intervalos das janelas, figurando a Anunciação, o Nascimento, a Fuga para o Egipto e a Adoração dos Reis Magos. Esta última, a de melhor traço, ignora-se qual foi o seu autor, por não estar assinada, podendo ser de Nicolau Nazoni..
Ainda, no altar-mor existem 2 paíneis de azulejos oitocentistas., que representam cenas bíblicas, embora exista quem advogue, serem da vida de Santa Marinha.
Considerado pela UNESCO, Património da Humanidade, o Mosteiro da Serra do Pilar, verdadeiro ex-libris de Gaia, é o monumento de maior relevo na freguesia de Santa Marinha.
A primeira pedra foi lançada em 28 de Agosto de 1538 (dia de Santo Agostinho) pelo Bispo D. Baltazar Limpo, no reinado de D. João III.
A Igreja actual foi iniciada em 1598 e acabada apenas em 1672, ficando do antigo convento a torre sineira e o dormitório que actualmente pertence ao Regimento de Artilharia.
A Igreja é circular, bem como o claustro, e são uma cópia da igreja de Santa Maria Redonda, de Roma.
O claustro, com 36 belas colunas jónicas, é também circular e foi concluído em 1692.
Sobre esta capela, não existem dados seguros, e os que se conhecem são contraditórios. Contudo, existem vestígios romanos comprovados, provavelmente até de ali terem existido umas termas em tempos remotos.
O templo possui fundações muito antigas, da alta Idade Média, e que sofreu grandes alterações e ampliações ao longo dos tempos Terá sido a sede episcopal dos Suevos, anterior à do Porto, e fundada por S. Basílio, uma figura lendária. Durante muitos anos teve lugar uma procissão das gentes do Porto encabeçada pelo Cabido da Sé, comemorativa daquele facto.
Dentro da capela existe uma imagem de Santa Liberata, uma mártir do século II, cuja lenda está conotada com Gaia.(ver história da padroeira de Santa Marinha).
Localizado em pleno Centro Histórico, bem perto da Igreja Matriz de Santa Marinha, este antigo e belo convento Dominicano, cujo edifício remonta ao séc. XIV, sofreu profundas alterações e acréscimos no séc. XVIII.
Fundado em 1345, o Convento de Corpus Christi é resultado do empenho e crença de uma fidalga de Gaia, Dona Maria Mendes Petite, que ali se encontra sepultada.
No edifício do Convento de Corpus Christi, muitos objectos e espaços se salientam pela sua riqueza e valor artístico e patrimonial, como é o caso da Capela de estilo barroco joanino, de forma octogonal e coroada por uma cúpula;
o “coro alto”, espaço totalmente barroco, com o tecto formado por 49 caixotões decorados com pinturas a óleo; o cadeirão do mesmo coro, da Segunda metade do século XVII. Há ainda a salientar a antiquíssima estátua de S. Domingos de Gusmão, do séc. XIV, bem como o Senhor Jesus Crucificado, em tamanho natural.
Em lugar nobre na Igreja, encontra-se a arca tumular de Álvaro Anes de Cernache, 1º. Senhor de Gaia-a-Grande, falecido em 1442.
Lugar com enorme simbolismo e misticismo, o Lugar de Gaia é a parte mais alta da colina de Gaia, tendo por isso uma situação privilegiada sobre o Rio Douro.
Inicialmente, foi um castro fortificado, da idade do bronze final. Desde aí passou por várias mãos, ao sabor das conquistas dos povos. Foi de Romanos, Muçulmanos, Galegos, época em que esteve na origem da Lenda de Gaia. No início do século XIX, foi ocupado pelas tropas Miguelistas, durante as lutas com os Liberais.
Em todas estas lutas, o castelo foi sendo sucessivamente destruído, e hoje nada resta dele. Além dos factos históricos e das lendas, mais nada se sabe deste sítio, embora vários investigadores tivessem já estudado o local, mas sem sucesso.
Quem passar pelo local, apenas se poderá aperceber do primitivo porto, que esteve na origem do nome Portus Cale, da porta de entrada na Vila de Gaia e das escadarias que davam acesso ao castelo, ou à Cale (as “escadas da Boa Passagem”).
Localização: Na zona ribeirinha de Gaia, na Freguesia de Sta. Marinha, no casario existente na encosta da colina, entre as pontes de Luís I e da Arrábida.
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