Oeiras e São Julião da Barra
   
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Reorganização administrativa do território (Lei n.º 22/2012, de 30 de maio)
Freguesia: Oeiras e São Julião da Barra
Novo Nome: União das freguesias de Oeiras e São Julião da Barra, Paço de Arcos e Caxias

Freguesias agregadas: Oeiras e São Julião da Barra, Paço de Arcos, Caxias
Distrito: Lisboa
Concelho: Oeiras
 
Freguesia: Oeiras e São Julião da Barra
CONTACTOS
 
Morada Rua Marquês de Pombal nº 42
Cód. Postal 2780-289 OEIRAS
Telefone 214 416 464

   
ÁREA GEOGRÁFICA(km2) 6.063

EXECUTIVO DA JUNTA ASSEMBLEIA DA FREGUESIA
 
Presidente Carlos Alberto Ferreira Morgado
Secretário João Carlos Macedo Viegas
Tesoureiro Manuel José Pimenta Castro Machado
1º Vogal Alvaro Ribeiro Trindade
2º Vogal José Eduardo Lopes Neno
 
Presidente Celina Maria Quintas Nascimento
Secretários Augusto Manuel Santos Marques / Cristina Alexandra Segurado
Restantes
Elementos
José Carlos Estorninho
Maria Lúcia Paula
Francisco José Leitão Lourenço
Maria Gabriela Tavares
Lúcia Maria Silva
Frederico Nunes
Sofia Gomes Silva
Ivone Cunha Botelho
Maria  Estrela Martins
Joaquim António Conceição
Sérgio Miguel Gonçalves
Bernardino Moreno Vieira
Ana Cristina Madeira
Maria Adelaide Santos
António José Ramalhete
Maria Margarida Abreu

DESCRIÇÃO DA FREGUESIA
 
Oeiras é sede de um concelho constituído por dez freguesias. A 14km de Lisboa, situa-se na margem direita do rio Tejo. A união desta freguesia, que no passado estava dividida em duas, deu-se apenas em 10 de Maio de 1900. A partir de 1997, esse dia passaria a ser considerado o "Dia da Freguesia".

A extinção de S. Julião da Barra como freguesia independente, ficou a dever-se "à insuficiência do rendimento do pé-de-altar e à inexistência de côngrua derramada pelos paroquianos". Termina o oficio do Patriarcado de Lisboa: "Havemos por bem anexá-la a essa freguesia (Oeiras) enquanto não for ordenado o contrario, ficando V. Ex.as. e os seus sucessores, obrigados a administrar os sacramentos paroquianos daquela freguesia (S. Julião da Barra)."

Oeiras e S. Julião da Barra foi um curato da apresentação do prior e beneficiados da igreja de S. Lourenço de Lisboa. Foi elevada à categoria de vila em 1759. O seu foral é do ano seguinte, 1760, sendo uma das raras povoações do Pais com foral novíssimo.

Era conde de Oeiras Sebastião José de Carvalho e Meio, o Marquês de Pombal. Foi ele o fundador, na freguesia, da primeira feira agrícola e industrial da Europa, em 1770. Um facto que muito contribuiu para o desenvolvimento económico de Oeiras.

O património arquitectónico da cidade é riquíssimo. Além da igreja matriz, do pelourinho e do forte do Bugio, O maior destaque vai para o palácio dos marqueses de Pombal. Projectado pelo arquitecto húngaro Carlos Mardel, este solar setecentista, de estilo pombalino, apresenta dois aspectos distintos: a simplicidade das fachadas contrasta claramente com as linhas ondulantes dos telhados e mansardas. Tem capela privativa.

Quanto ao forte de S. Lourenço, mais comummente denominado torre do Bugio, é um bom exemplar das fortalezas redondas do Renascimento. Foi seu autor Vicenzo Casale, sendo a obra datada de 1656.

Filipa Nogueira, em "Viagens na Nossa Terra", descreve-nos a sua passagem pela cidade: “Toda a zona ribeirinha da área de Oeiras, para além dos espaços de praia, com uma arquitectura de veraneio, está identificada pelas fortificações que constituíam, desde medos do século XVII, a linha de defesa do acesso a Lisboa. De entre estas, destacamos o forte de S. Julião da Barra."
 
 
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