União das freguesias de Romeira e Várzea
   
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Planta dos Limites Administrativos da União das Freguesias de Romeira e Várzea
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Reorganização administrativa do território (Lei n.º 22/2012, de 30 de maio)
Freguesia: União das freguesias de Romeira e Várzea

Freguesia criada por agregação das extintas freguesias de:

Romeira, Várzea
Distrito: Santarém
Concelho: Santarém
 
Freguesia: União das freguesias de Romeira e Várzea
CONTACTOS
 
Morada Rua do Casal Novo, Nº 3, Outeiro da Várzea
Cód. Postal 2005 - 016 Várzea Str
Telefone 243 469 080; 243 469 758
Fax 243 249 322
Email uf.romeiravarzea@outlook.pt
Site www.romeiraevarzea.freguesias.pt

   

EXECUTIVO DA JUNTA
 
Presidente
Artur Manuel Glórias Ferreira Colaço
Secretário
Rui Miguel Ferreira de Almeida
Tesoureiro
Jorge Manuel Milheiro Segundo dos Santos
 
 

 
ASSEMBLEIA DA FREGUESIA
 
Presidente
Ricardo Jorge Figueiredo Segurado
Secretário
João António Carreira Martins Coelho
Secretário
Ana Filipa Rodrigues da Silva
 
 
Restantes Elementos
Margarida Isabel Fonseca da Silva Ferreira Almeida; Mónica Sofia Ribeiro Timóteo; Elisabete Ferreira Vargas Ricardo; Carlos Manuel Beirante Gomes Beja; Pedro Fernando Ferreira Jordão; Ana Sofia de Jesus Figueiredo Carreira.
 

DESCRIÇÃO DA FREGUESIA
 
Nesta freguesia, cujo desenvolvimento se acentuou durante o reinado de D. Luís, aquando da construção da estrada nacional que liga a Ribeira de Santarém à vila da Batalha, existiu um vínculo concedido a Fernão Rodrigues Mendo pelo rei D. Afonso V., em 12 de Maio de 1442.
Inicialmente a sede da freguesia estava localizada nos Casais de S. Brás, onde se situa a igreja matriz, profanada em 1810 pelos franceses que ainda destruiram todos os documentos ali guardados, alguns dos quais de grande valor para o conhecimento do passado da terra.
A data de construção do templo é desconhecida mas crê-se que ele seja, pelo menos, quinhentista, posteriormente alterado por sucessivas reconstruções, uma das quais em 1697, data gravada no portal. A pia de água benta foi construída em 1553 e o púlpito, de pilares canelados, no ano de 1673. A nave é coberta por um tecto de abóbada de berço, tem um altar no topo e dois laterais.
 
 
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