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Quinta-Feira, 18.7.2019
HOMENAGEAR DIAS DE MELO

Homenagear Dias de Melo

O mais adequado será no sítio de tantas baleias e de tantos baleeiros de outrora, no cais onde ainda se sente o pulsar longínquo de uma baleia perdida e de um baleeiroà procura de uma baleia grande para juntar curiosos à roda do seu discurso.

Será homenagear não só o escritor do mundo português, e talvez de todo o outro mundo, que mais soube contar e cantar a gesta sofrida e nem sempre vitoriosa dos valentes homens de luta, alguma resignação e muita revolta, mas também homenagear todos os "companheiros baleeiros já falecidos, quase todos, e um comovido abraço aos poucos ainda vivos", a quem dedicou Dias de Melo o seu último livro, A Montanha cobria-se de Negro.

A saga baleeira foi o móbil para dar vida à razão primeira de toda a escrita de Dias de Melo, como seria qualquer outro contexto em que o homem fosse explorado. É a luta pela emancipação dos homens, em oposição aos "meus senhores" que detém os meios e a riqueza produzida por aqueles que trabalham, se esforçam e arriscam a vida nas peripécias que a própria vida provoca e concede. Foi assim em Pedras Negras, em Mar pela Proa, em Mar Rubro, em Cidade Cinzenta, em  A Montanha Cobria-se de Negro e em tantas outras crónicas e narrativas escritas por Dias de Melo. Houve um imperativo ético de contar e denunciar a falta de liberdade para se alcançar a justiça.

Dias de Melo foi romancista, contista, cronista, investigador etnográfico, diarista e poeta e o Pico está intimamente ligado a este autor que dificilmente se distinguem um do outro.

Em 2013 queremos homenagear Dias de Melo, colocando um busto do autor de Pedras Negras, na sua terra amada, a Calheta de Nesquim, onde está a casa no Alto da Rocha do Canto da Baía, lugar mítico e real do fecho das suas obras literárias. Até a velha mesa de pinho de Tempos Últimos  lá deve ainda permanecer e era onde ele queria mesmo que ficasse a sua biblioteca.

Foi constituída uma comissão para o efeito, formada por Serafino Azevedo, Manuel Costa Jr. Manuel Tomás, Ângela Brum e Amaro Matos.

A conta para os interessados depositarem os seus contributos é:

- Montepio - 0036 0213 99106019986 22

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