Foi com palavras carregadas de emoção que o Presidente da União das Freguesias se dirigiu aos convidados (Presidente da Câmara, Assembleia Municipal, membros da Assembleia de Freguesia e imprensa local, para além do Prof. Artur Borges, Presidente do Centro Social e da A.C.R.).
O público presente manifestou um profundo sentimento de respeito por todos os que já partiram e, de um modo muito particular, pelas famílias cujos familiares morreram vítimas da Covid-19, a quem não foi permitido fazer um funeral como gostariam. Foram tempos tenebrosos. O presidente António Fonseca mostrou-se solidário com essas famílias e pediu para se rezar pelos que partiram.
Era uma obra desejada. Todos querem permanecer junto dos seus. Parabenizou o executivo anterior pelo arranque da obra, mas regozijou-se por ter sido este executivo a que preside a proceder aos acabamentos e, por último, à sua inauguração.
A Presidente da Câmara reafirmou que honrará os compromissos que tem para com a freguesia. Conhece bem o grau de exigência do Presidente da Junta e, por essa razão, só acha bons motivos para corresponder aos anseios e às expectativas da nossa população de Santa Cruz do Douro e São Tomé de Covelas. Saudou o Presidente do Centro Social e da A.C.R., a quem é devido todo o apoio possível pelo trabalho que desenvolve em prol dos seniores e das camadas jovens.
Por último, e após o descerramento da placa que assinala a data da inauguração, acompanhámos o pároco, Padre Francisco Pedrosa, até às sepulturas, onde procedeu à sua bênção.
A partir de segunda-feira, as pessoas interessadas em adquirir um espaço ou mais devem contactar os serviços administrativos da Junta de Freguesia.
Com o final desta cerimónia, encerrou-se um ciclo que preocupava muitos de nós por falta de campas no cemitério. Após uma luta que desenvolvi há oito anos e, posteriormente, também apoiada pelo PS, tornou-se realidade.