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| CONTACTOS |
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| Morada |
Largo Conde de Ferreira |
| Cód. Postal |
2140 - 069 CHAMUSCA |
| Telefone |
249 761 538 |
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| DESCRIÇÃO DA FREGUESIA |
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DESCRICÃO HISTÓRICA, GEOGRÁFICA E ECONÓMICA
VILA E CONCELHO DA CHAMUSCA
A Freguesia da Chamusca tem um historial bastante rico em acontecimentos e
grandes personalidades a nível nacional.
Por aqui passaram algumas das mais importantes figuras da história de Portugal, nomeadamente as hostes de D. Afonso Henriques, D. Sancho I e o rei D. Manuel, entre outros.
Voltando um pouco atrás no tempo, em 1449, as terras de Chamusca e Ulme foram
doadas, por D. Afonso V, a D. Ruy Gomes da Silva, que por aqui fixou residência, criando a famosa" Casa dos Silvas". Durante muitos anos, a Chamusca pertenceu ao termo de Santarém, tendo sido elevada à categoria de vila em 1561, juntamente com Ulme, por alvará concedido durante o reinado de D. Catarina.
A partir de 1643, após o reinado dos Filipes, passou a integrar o património da Casa das Rainhas, mantendo-se nessa situação até 1833.
Situada em terras do Vale do Tejo a Vila e freguesia de Chamusca é das mais férteis do país.
Com uma área relativamente pequena em relação às outras freguesias do Concelho, situa-se na sua maior parte em terreno montanhoso, de pequeno relevo, embora cortado por férteis vales.
Na sua extensão para nascente confina com as freguesias de Pinheiro Grande e Ulme. Na zona de terra plana, quase toda ela sujeita a inundações do Tejo, no socalco dos outeiros referidos, entre estes e a margem esquerda do rio que lhe passa ao Poente, sendo mais estreita desde o ribeiro de Arraiolos, ao Norte, até a juzante da vila, onde começa a alargar, formando o riquíssimo e fértil campo da Chamusca, de que fazem parte, além de outras terras de notável fama, o antigo Paul das Trevas, que foi da Casa das Rainhas, depois das Companhia das Lezírias, hoje parcelado estendendo-se até à Ribeira de Ulme, pelo Sul, com a qual vai confinando até extremar no regresso ao Tejo com o campo, também fertilíssimo, de Vale de Cavalos.
As constantes cheias a que a irregularidade do leito do Tejo obrigava as populações da zona baixa, a estabelecer ou a procurar estabelecer, residência em pontos mais altos, sobranceiros ao rio.
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