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Reorganização administrativa do território (Lei n.º 22/2012, de 30 de maio)
Freguesia: Malhou
Novo Nome: União das freguesias de Malhou, Louriceira e Espinheiro,

Freguesias agregadas: Espinheiro, Louriceira, Malhou
Distrito: Santarém
Concelho: Alcanena
 
Freguesia: Malhou
CONTACTOS
 
Morada Rua Padre Reis
Cód. Postal 2380 - 537 MALHOU
Telefone 249 881 749

   


DESCRIÇÃO DA FREGUESIA
 
Freguesia de Malhou  
A freguesia de Malhou pertenceu ao antigo concelho de Pernes, que foi extinto no ano de 1885, tendo passado então para o de Santarém e posteriormente para o de Alcanena em 1914, quando este foi criado.

A freguesia de Malhou está localizada no extremo sul do concelho de Alcanena e engloba ainda o lugar de Chã de Cima e uma pequena parte da povoação da Moita, abarcando uma área de 1.218 hectares.
Pouco populosa, Malhou tem lutado para suster a desertificação populacional, ameaça contida em décadas de emigração e migração de valorosos malhouenses que, procurando o melhor para as suas famílias, daqui saíram para terras de França e outros países da Europa, Canadá, Estados Unidos em termos de emigração, e os migrantes para as grandes cidades como Lisboa e seus arredores.

Em 1981 residiam 844 pessoas, numero que baixou para 801 dez anos depois, e que pelos censos de 2001 passou para 854 o número de residentes, sendo 431 indivíduos do sexo masculino e 423 do sexo feminino. Em termos de edifícios existiam 463, e os alojamentos na nossa aldeia eram 480, dados estes retirados dos censos de 2001.

Malhou vive uma situação privilegiada no que se refere às infra-estruturas básicas pois possui rede de abastecimento de água, electricidade e saneamento por toda a freguesia, assim como a recolha de lixo que é realizada de três em três dias.

A rede escolar abrange o pré-escolar e o 1º ciclo, com estabelecimentos próprios para o seu uso, assim como um refeitório de apoio aos seus utentes.

O serviço de atendimento de saúde é feito através do posto médico localizado no edifício da casa do povo. Quanto a serviços de apoio social não existe nenhum, sendo uma das faltas a colmatar no futuro, um dos principais anseios das gentes do Malhou.

A prática desportiva, tem dois espaços onde se pode realizar, faltando acabar os balneários no ringue polidesportivo existente, e no salão da Casa do Povo com o apoio da Junta de Freguesia, é dinamizada a prática de ginástica quer pela Câmara Municipal para os mais idosos, quer pelos Paladinos do Futuro – Associação de Pais da nossa terra.

Em relação às vias de comunicação, tem na sua quase totalidade pavimento em asfalto nos lugares da freguesia, e os caminhos vicinais são foco de atenção e melhoramentos da junta de freguesia, todos os anos.

As festividades religiosas acontecem pelo menos duas vezes por ano, no mês de Fevereiro em honra de Nossa Senhora das Candeias, que se realizam no lugar da Chã de Cima, e no mês de Agosto, em honra do Divino Espírito Santo, na matriz. Estas festividades desempenham um importante papel na animação e encontro de gerações, substanciada pelos muitos emigrantes que nestas datas retornam à aldeia para matar saudades dos seus familiares e amigos da freguesia.

Apesar do carácter rural da freguesia, a agricultura é hoje um complemento para o sustento da população. Esta está agora dependente das industrias e serviços localizados na sede do concelho e outras freguesias próximas, assim como do comércio e pequenas indústrias existentes na freguesia. Contudo, os campos circundantes continuam a ser aproveitados, quer com culturas de sequeiro, que satisfazem a produção não só de cereais como de palha utilizado para consumo dos animais que aqui em número considerável são criados. O malhouense preza também muito em ter a sua horta, onde produz culturas de regadio para seu sustento. A produção de azeite continua a ser eleita pelos malhouenses, como actividade preponderante pelo seu apego à terra. É normal que gente de cá que vive noutros lugares, aqui voltarem para a apanha da azeitona, e do azeite obtido fazerem estandarte daquilo de bom que por aqui existe. Chegaram a laborar no Malhou, seis lagares ao mesmo tempo, sendo um deles, uma coop! erativa com o que de mais moderno existia na altura por todo o país.

Os homens e mulheres do Malhou, são gente laboriosa, pacata, humilde, amigos do seu amigo, que me deixa vontade de dizer: Malhou, aldeia de “gentes com bons azeites”
 
 
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