O Dia Mundial da Música foi oficializado pelo Conselho Internacional da Música, organização não-governamental apoiada pela UNESCO, celebra-se desde 1975, tendo sido uma iniciativa do violinista Yehudi Menuhin, na época presidente daquele conselho.
No Museu da Música, em Lisboa, Pavel Gomziakov interpretará com violoncelo Stradivarius, que foi do rei D. Luís, peças de Johann Sebastian Bach, Franz Liszt e César Franck, acompanhado pela pianista Jill Lawson.
Ainda no Museu da Música é inaugurada a exposição "Sax Inspiration, Mélodies Graphiques", que celebra o centenário do nascimento do construtor belga de instrumentos Adolphe Sax, inventor do saxofone.
Em Guimarães, realiza-se um concerto da Orquestra do Norte acompanhada ao piano por Artur Pizarro, sob a batuta de Nuno Côrte-Real. No concerto, em homenagem à pianista Helena Sá e Costa serão interpretadas obras de Mendelssohn e Beethoven.
Em Coimbra, no Pavilhão de Portugal, a Orquestra Clássica do Centro, sob a direção de David Wyn Lloyd, atua com o concertino Peter Fisher. O programa do concerto é constituído por "Romance em Fá Maior", de Beethoven para violino e orquestra, "Summer Night on the River", de Frederick Delius, e a Sinfonia n.º 38, "Praga", de Mozart.
Em Faro, no Teatro das Figuras, sobe ao palco o pianista e compositor António Pinho Vargas, que irá interpretar peças suas dos volumes "Dinky Toys e outras histórias" e "Twin Peaks e outras histórias".
Notícia extraída da página do Sapo
A música faz parte do nosso dia a dia!
Um novo estudo, conduzido por um grupo de cientistas canadenses, decobriu que ouvir músicas faz bem ao cérebro. Pesquisadores descobriram que os sons ativam no cérebro a área responsável pelo sistema de recompensas: é a mesma região ativada quando alguém está com muita fome e busca comida para se alimentar. Ganhar dinheiro, vencer uma competição, fazer sexo - ou até mesmo passear, praticar desporto, etc... estes são exemplos de atividades em que a mesma área do cérebro é ativada. O resultado é um estado de satisfação, felicidade e relaxamento.
"O curioso é que a música é abstrata", comentou o médico Valorie Salimpoor, um dos pesquisadores do Instituto Neurológico de Montreal, da Universidade McGill, que conduziu o estudo. "Você normalmente vê atividade nestas áreas do cérebro quando alguma recompensa palpável está envolvida: comida, dinheiro, substâncias químicas. O interessante desta pesquisa é que o sistema de recompensa do cérebro é ativado pela expectativa de receber algo completamente abstrato: um novo som." Segundo um artigo publicado na revista Science, as ligações criadas no cérebro são ainda mais fortes quando a pessoa gosta da música que está a ouvir.
Por isso pela sua saúde, ouça música!