.:: União das freguesias de Cernache do Bonjardim, Nesperal e Palhais ::.
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CERNACHE DO BONJARDIM

Cernache do Bonjardim é uma pequena vila situada na Beira Baixa, distrito de Castelo Branco, em Portugal.

Foi considerada durante vários anos a "aldeia mais importante de Portugal" por ser a mais populosa. Quando passou a vila (20 de Agosto de 1995) perdeu o lugar de destaque que tinha.

Berço de várias celebridades, da qual se destaca D. Nuno Álvares Pereira também, conhecido por Nun'Álvares, o Santo Condestável, o Beato Nuno de Santa Maria, cujo a canonização aconteceu no 26 de Abril 2009.

Cernache é uma localidade onde não há castelo, monumentos não têm fama nacional mas onde, curiosamente, se instalou um Seminário das Missões onde se formaram inúmeros missionários religiosos e laicos para colonizarem as terras de África e onde se instalou um Colégio, o Instituto Vaz Serra, quando o normal na época era a falta de alfabetização. Estes dois pólos culturais vão gerar um meio quase intelectualmente cosmopolita, de tal forma que figuras ilustres do País como o Professor Marcelo Caetano, quando Presidente do Conselho, o Dr. João Soares (pai do ex-Presidente da Republica Mário Soares) que fora padre e ensinara muitos anos no Seminário das missões, o Dr. Teófilo Braga, quando Presidente da República deslocava-se com frequência a Cernache para descansar, eram visitas habituais de famílias de Cernache. Alfredo Keil, pintor, escritor a autor de "A Portuguesa", o Hino Nacional Português, estava ali frequentemente pois vivia num lugarejo próximo do Rio Zêzere chamado Pombeira. E só para recordar cidadãos Contemporâneos.

Situada geograficamente no centro do país, Cernache do Bonjardim, pertence administrativamente ao concelho da Sertã, integrando a Unidade Territorial do Pinhal Interior Sul, distrito de Castelo Branco. A cerca de 9 km da sede de concelho, situa-se ainda a 40 Km de Tomar e a cerca de 80 Km de Castelo Branco e Coimbra.

Freguesia de dimensão relevante, ocupa mais de 16% da área total do concelho e situa-se num dos extremos do distrito de Castelo Branco, confrontando com os distritos de Leiria e Santarém. Inserida numa das maiores manchas florestais da Europa, delimita-a a norte e a oeste o rio Zêzere (Albufeira de Castelo de Bode); a sul a Ribeira da Sertã (freguesia de Palhais); a leste as freguesias do Nesperal e Cabeçudo e a Nordeste a freguesia do Castelo (freguesias que complementam a área social abrangente num total de 136.641 km²).


NESPERAL

Situada na margem esquerda do rio Zêzere, a freguesia de Nesperal dista da sua sede de concelho 8 km.

Foi um curato da apresentação do Grão-Prior do Crato, no termo da Sertã, tendo passado mais tarde a reitoria. A sua fundação como paróquia é anterior a 1564.

È de notar, já no seculo XV e até ao XVIII, a importância de Nesperal, a julgar por um documento da época, em que se ordena o novo calcetamento das suas ruas, o qual pressupõe já existirem arruamentos calcetados. Em 1626 a igreja paroquial tinha já o Santissimo Sacramento e em 1758, possuía os altares de S.Simão, do Espirito Santo, N. Sra.da Piedade e o das Almas do Purgatório, o qual foi privilegiado quotidianamente durante 10 anos por Breve de Pio VI, de 1777.

População: 310 Habitantes

Atividades e económicas: Agricultura e Comércio.

Festas e romarias: S. Simão e S. Pedro (ultimo Domingo de Julho).

Património cultural e edificado: Igreja matriz, Capelas de São Pedro, de Nossa Senhora do Livramento e de Nossa Senhora da Glória e Ponte das Cabras.

Outros Locais de interesse turístico: Turismo Rural-Albergue do Bonjardim e Lagar de Azeite no lugar da Moita.

Gastronomia: Maranho, Bucho, Pão de milho, Arroz doce e Coscoreis.

Coletividades: Associação Recreativa Cultural e Desportiva do Nesperal


PALHAIS

Constituída por treze lugares, a freguesia de Nossa Senhora da Anunciação de Palhais dista cerca de 15 Km da Sertã. É uma das mais antigas povoações do concelho.

A freguesia, cujo topónimo vem de um apelido da nobreza nacional, é povoada desde épocas pré-históricas. Do tempo dos romanos, além de uma fonte que ainda subsiste em funcionamento, e que adiante damos conta, existe um açude elevada da Rota ao Trízio, forma engenhosa de levar a água aos campos agrícolas, e ainda três pontes antigas, a das Cabras, da Atalaia e dos Charcos, e as fontes do Trízio, do Casal, de Valongo e Palhais. Aliás, a abundância de água foi um dos motivos da fixação populacional tão precoce em Palhais. Pela Freguesia correm duas ribeiras, a da Sertã e a da Isna. Para além, claro está, da importância fundamental do rio Zêzere, agora banhado pela barragem de Castelo de Bode.

Em termos eclesiásticos e administrativos, Palhais pertenceu ao grão-priorado do Crato, que apresentava o reitor colado. Este tinha de rendimento anual sessenta mil réis e o pé de altar. Uma quantia que foi aumentando com o decorrer dos anos, e que depois da extinção da Casa do Infantado se situava nos cento e dez mil réis.

A igreja matriz foi construída em 1773, numa altura que em que já existiam as capelas de Nossa Senhora da Nazaré, no Casal, e a de São Pedro, no lugar do Trízio.

A instituição da freguesia terá ocorrido em 1555, ou antes ainda. Os primeiros registos de baptismo desapareceram, mas existem ainda alguns, que nos dão o batismo mais antigo realizado em 1642. Até 1834, aqui existiu uma companhia de ordenanças, facto que comprova a importância de Palhais durante os tempos do Antigo Regime. Essa companhia, instituída em 1823, tinha um capitão Liberato José da Silva, e o alferes José Galvão. Tinha como incumbência a defesa e a segurança desta zona.

Curiosa e importante lenda circula em redor da capela de Nossa Senhora da Nazaré. Consta que, em finais do século XIV, D. Nuno Alvares Pereira aí pernoitou antes de partir para Aljubarrota. Junto da Igreja de Palhais, existe uma fonte, que ainda continua a funcionar, e que parece vir da época romana. È a fonte de Cardal Grande. Além das três pontes que foram referidas, bastante antigas, existem ainda mais três, a dos Cavalos, da Ponte Nova da Atalaia e Vilar do Ruivo. Todas juntas, as seis fariam um excelente roteiro "pelas pontes de Palhais". Palhais é uma freguesia que vive sobretudo do sector primário, com destaque natural para a agricultura. Tinha apenas nove fogos em 1757 (cerca de trinta habitantes). Segundo o primeiro censo oficial realizado no País, em 1911, tinha 525 habitantes. Atualmente, tem pouco mais, facto que está relacionado com a crise demográfica que assolou Portugal em meados deste século, causada pela emigração em massa para o estrangeiro.

População: Habitantes 268

Festas e Romarias: S. Pedro (1º Domingo de Julho), Nossa Senhora da Anunciação (2ª quinzena de Julho) e Nossa Senhora da Nazaré)

Património cultural e edificado: Igreja matriz, Ponte romana, Ponte de Atalaia, Ponte das Cabras, Ponte de Portos dos Cavalos, Açude romano e Lagares de azeite movidos a bois.

Outros locais de interesse turístico: Lugar do Trízio, Clube náutico, Praia Fluvial e Moinhos.

Gastronomia: Coscóreis de Palhais, Maranho e Bolos e Palhais

Colectividades: Centro Cultural de Valongo

 
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