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Terça-Feira, 20.2.2018
 
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Património
Monte de N.ª Sr.ª da Confiança
Monte de N.ª Sr.ª da Confiança
Considera-se ter sido um enorme castro da Idade do bronze final e da do ferro, com possível romanização e probablidade de ter sido ocupado no Calcolítico.
Situado num outeiro escarpado, nas proximidades de Pedrógão Pequeno, a mais de 460, metros de altitude, sobranceiro ao Rio Zêzere (imediatamente por cima do dique da Barragem do Cabril), o Monte de N.ª Sr.ª da Confança apresenta-se como um miradouro de excelência, proporcionando a quem o visita uma das mais deslumbrantes paisagens do país.
Foi buscar o seu nome à santa que se venera em antigo templo aí erguido no séc. XVII e, já em principios do séc. XX, reconstruído pelas famílias ricas da terra que, indo ao encontro das aspirações populares, o souberam ampliar e melhorar ao gosto da época. Neste particular, destaca-se a Família Conceição e Silva, nomeadamente Francisco Conceição e Silva, que em 1902 - em colaboração com o seu irmão João - mandou construir a estrada que liga a vila à Senhora da Confiança.
Igreja Matriz
Igreja Matriz

A Igreja Matriz de Pedrógão Pequeno, que tem como orago São João Baptista, foi construída no início do século XVI, concorrendo para a sua edificação o Priorado do Crato (antiga Ordem do Hospital), donatário do território que compreendia Pedrógão Pequeno. Crê-se que só em 1587 ficou totalmente concluída, segundo atesta a data inscrita no arco triunfal, enbora por volta de 1640, a igreja tenha sido totalmente reconstruída e sofrido obras posteriores, nomeadamente devido aos estragos causados pelo terramoto de 1755. O templo, em que coexistem elementos renascentistas e barrocos, está dividido em três naves, separadas por quatro arcos torais de volta perfeita assentes em colunas toscanas, e capela-mor, com duas sacristias de planta quadrangular adossadas às naves laterais e torre sineira adossada à fachada. A fachada principal possui três registos, sendo delimitada lateralmente por pilastras toscanas rematadas por pinhas. No primeiro registo, temos um portal de moldura em arco abatido com friso saliente ladeado por pinhas, tendo gravada a data de 1779. Sobre o portal, no segundo registo, um nicho rematado por concha alberga a imagem de São João Batista, ladeado por duas janelas de moldura semelhante à do portal principal. No último registo, foi rasgada ao centro uma janela com moldura em arco abatido. O remate da fachada é feito em empena com cornija. A Igreja Matriz de Pedrógão Pequeno está classificada como Imóvel de Interesse Público, desde 1993.

Capela de Nossa Senhora da Confiança
Capela de Nossa Senhora da Confiança
A ermida de Nª Srª da Confiança situa-se nos arredores de Pedrógão Pequeno, a cerca de mil metros a noroeste, sobre esse aprazível Monte ( a que foi dado o nome da santa), no ponto mais alto e sobranceiro à vila, de onde se avista, azul e serena, a albufeira da Barragem do Cabril e, lá longe, os cumes das Serras de Alvaiázere, Lousã, Açor e Estrela.

Aponta-se como fundador da capela um clérigo desta vila, chamado João da Costa,  mas não se sabe quando a mandou erguer. Apenas se sabe que o atual templo foi edificado sobre um outro mais antigo, provavelmente do Séc. XVIII, anterior a 1758. Enquanto este teria as ''portas viradas ao Zêzere", o atual tem a fachada principal orientada no sentido norte-sul.

Ao certo apenas se sabe o que consta da sua frontaria, em que uma inscrição estabelece que a "Capela de Nossa Senhora da Confiança (foi) mandada erigir no Ano de 1902 pela Família Conceição e Silva" sendo a sua padroeira alvo de uma grande devoção popular que atrai gentes de muito longe.

A capela dispõe de três altares, tidos como "de um grande valor pela sua talha muito antiga", onde exibe um Cristo Crucificado e a imagem em madeira da santa padroeira - mui bem paramentada sobre uma estrutura em formato de "roca".

A festa da Senhora da Confiança realiza-se a 8 de Setembro, dia da sua natividade, e é das maiores romarias destes sítios, com grande afluência de peregrinos, que a ela se deslocam tanto por motivos religiosos como por causa dos folguedos.

Em tempos recuados, e como era vulgar em outros eventos do mesmo tipo, há notícia de que estas terminavam quase sempre por grandes desordens. O mesmo não sucede nos pacíficos dias de hoje, revelando-se os seus festejos como dos mais atrativos da região, atendendo à deslumbrante vista que daí se pode observar e às agradáveis condições localmente instaladas em apoio do convívio ao ar livre, do repasto e lazer entre família e gente amiga.


Capela de São Rafael
Capela de São Rafael

A Capela de S. Rafael, no Bravo que foi construída na sequência da criação da capelania local, instituída por decreto do Grão Priorado do Crato de 18 de Agosto de 1769. Em 1791, segundo o Pe. António Lourenço Farinha, a capela já existia "com um capelão pago pelo Grão Prior" do Crato pois, atenta a "enorme distância que era preciso percorrer até à igreja matriz de Pedrógão Pequeno" as populações da Serra do Bravo vinham reivindicando às autoridades a benesse de assistir à missa e aí receber os santos sacramentos.

De planta longitudinal e linhas simples, com alpendre na entrada, a Capela do Bravo é dedicada a São Rafael, que é "o nome de um arcanjo comum às religiões judaica, cristã e islãmica, responsável por executar todo o tipo de curas". Em hebraico, Rafael significa "Deus cura", pelo que as populações acreditam que São Rafael é o grande "enviado de Deus para curar em seu nome". E, assim, isoladas na Serra, lá foram as gentes serranas - ao longo dos séculos - vivendo as suas próprias crenças, sob a proteção de uma "divindade" aglutinadora das suas hipotéticas origens de bravos e opostos digladiadores...

Os tradicionais festejos do Bravo realizam-se em finais de Setembro / primeira semana de Outubro.

Capela de S. Sebastião
Capela de S. Sebastião

Dedicada ao Mártir S. Sebastião, a sua construção primitiva é anterior a 1730. Este pequeno templo foi erigido na periferia urbana da vila pois, sobretudo na época medieval, lhe era atribuído o dom divino de proteger as populações contra as doenças e pestes mais terríveis.

Até 1892 desempenhou as funções da capela do antigo cemitério, sendo-lhe apontado como tendo adossado um alpendre semelhante ao da Capela de S. Lourenço (em Tomar) e de S. Rafael (na vizinha povoação do Bravo).

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