.:: Freguesia de Balugães ::.
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Resenha Histórica
 

FREGUESIA DE BALUGÃES

Concelho de Barcelos

Distrito de Braga

 

(RESENHA HISTÓRICA)

Orago: S. Martinho

População: 841 habitantes (I.N.E. 2011)

Área: 2.98 km2

Densidade: 289,6 hab/km²

Actividades económicas: Agricultura, indústria têxtil e transformação de madeira.

Festas e romarias: Senho­ra da Aparecida (15 de Agosto), S. Marti­nho (11 de Novembro) e S. Bento (11 de Julho).

Património cultural e edificado: Ponte das Tábuas, Igreja de S. Martinho (séc.IX), Capela de S. Bento, Casa da Carranca e povoado castrejo.

Outros locais de interesse turístico: Se­nhora da Aparecida, no monte do Castro Artesanato: Arcos de madeira para a agri­cultura e gamelas

Colectividades: Associação Baluganense de Cultura e Desporto.

Situada a meio da encosta, do monte do Castro, parte do maciço montanhoso do monte da Carmona, no seu lado nascente/sul, a freguesia estende-se pelo fértil vale do Neiva. Ocupa uma área com cerca de 298 ha. no extremo norte do concelho de Barcelos; única, deste concelho, localizada na margem direita do rio Neiva É banhada pelo rio Neiva e pelo ribeiro Nevoinho que nasce em Cabaços, concelho de Ponte de Lima. Nesta situação geográfica, é a última freguesia do concelho.

Em relação aos seus limites, estes estão estabelecidos da seguinte forma: a norte a freguesia de Poiares do concelho de Ponte de Lima. Aguiar a sul/poente e Cossourado a sul/nascente, ambas pertencentes ao concelho de Barcelos. A nascente, ainda, Cossourado, e Poiares freguesias já referidas. Os seus limites, no lado poente, estão determinados pela freguesia de Carvoeiro pertencente ao concelho e distrito, de Viana do Castelo. Balugães dista 14 Km de Barcelos, 16 Km de Ponte de Lima e 19 Km de Viana do Castelo.

É uma povoação anterior ao séc. XII. A confirma-lo estão os abundantes vestí­gios de um povoado castrejo, nos limites da freguesia com a do Carvoeiro, e um conjunto de cistas datáveis da Idade do Bronze. A localização de Balugães no monte do castro, é por sí só, em termos toponímicos, a evidencia da sua origem castreja.

Balugães era uma abadia da apresentação da Mitra de Braga, por concurso sinodal. As inquirições de D.Afonso III, de 1258 dizem que Balugães fazia parte do julgado de Aguiar,1ª Alçada e relata:

"In Judicato de Aguiar - in parrochia Sancti Martini de Barugaes - el Rey nom est padrom. Item dixerunt que os omees desta collatione pactam voz et caomia al Rey, se fazem; et vam in anuduva et ao castelo e a introviscada; et dam senos frangos por Samcto Johanne da cada fogo, e por Pascua 2 ovos;dam cada mês vida ao Mayrdomo del rey cada um per si de qual vida acabar".

Para a origem do seu topóni­mo têm-se duas hipóteses conhecidas. A primeira é; balugães, ou balugões, espécie de borzeguins, indicando que na ter­ra se faziam muitas balugas, borzeguins ou botas altas com atacadores. A segunda é; Balugães derivação de um genitivo gótico"Anis-baluganis".

Ponte das Tábuas, sobre o rio Neiva, possui um estilo medieval e foi muito utilizada pelos peregrinos que se dirigiam em direcção a Santiago de Compostela, através de uma das estradas romanas que passa por esta região. A Ponte das Tábuas faz a ligação de Balugães a Aguiar e a Quintães.

A Capela da Aparecida localiza-se no alto do monte do Castro onde Nossa Senhora se revelou ao pastor João Alves, "o mudo", em 1702, que a partir de então passou a "fa­lar publicamente". No seu interior jaz, em campa rasa, o vidente.

Nas costas desta capela e por cima do penedo da aparição, foi construída uma pequenina capela onde se venera a imagem do Senhor dos Passos.

O Mosteiro da Senhora da Aparecida fi­ca em frente à Capela da Aparecida. A sua construção foi promovida pelo Arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles no início do século XVIII com o produto das esmolas dos devo­tos e de um vultuoso legado do Abade Francisco Teixeira Tinoco. A grande facha­da, ladeada por duas amplas torres sineiras, tem sobre a porta principal um varandim de feno, para o qual se abrem três janelas. No frontão está, num nicho, a imagem da Senhora da Aparecida. O frontão é de madei­ra, com pinturas, representando de um lado, Cristo Morto, do lado oposto, a Ceia. Possui outros elementos decorativos e uma banque­ta de prata. Os dois altares laterais são da mesma época e têm frontais de talha pintada.

À antiquíssima romaria da Senhora da Aparecida, a 15 de Agosto, deslocam-se ro­meiros de todo o Minho.

A Capela de S. Bento foi reconstruída no século XVIII, também pelo Abade Francisco Teixeira Tinoco. Conserva da primitiva tra­ça a capela-mor, com arco cruzeiro ogival, ornado de troncos de árvore com os ramos decepados. Da Casa de S. Bento sairam vá­rios homens ilustres, como o Conselheiro Dr. José de Abreu do Couto de Amorim Novais e seus irmãos, Dr. Luís, Dr. Francisco e Dr. João de Amorim Novais.

A Casa da Carranca pertencia no séc. XVII à famflia Tinoco. Actualmente apenas tem de notável a frente mandada construir pelo Abade Tinoco. Sobre a carranca, que deu nome à casa, está o brasão de armas dos Teixeiras e Tinocos. Outras casas importan­tes foram a dos Magalhães, a do Ribeiro, a do Souto, a do Machado em Algares e a da Cancela.

Armas - Escudo de ouro, ponte de dois arcos de verde, realçado de prata, firmada nos flancos e nascente de uma campanha diminuta ondada de azul e prata de três tiras; em chefe, mitra de vermelho, realçada de prata. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco, com a legenda a negro: " BALUGÃES ".

 
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