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Lendas e Tradições
 

Tradições

Sendo, no passado, a actividade agrícola a mais realizada na freguesia é natural que os seus costumes sejam principalmente de cariz rural.
O trabalho nas terras/campo, em geral, não era pago.

Na freguesia existia, e ainda existe, o costume daquele que precisasse de lavrar ou preparar as suas terras/ terrenos para sementeira, de semear os vários produtos, sachá-los, arrendá-los ou proceder às colheitas, ia trabalhar para os terrenos das outras pessoas da aldeia que depois lhe retribuíam os serviços prestados. Em vez de dinheiro as pessoas pagavam em serviços e trabalho, havendo uma permuta total de serviços, chegando-se a juntar ranchos (grupos) de mais de uma centena de pessoas, ou mais, no terreno agrícola de cada agricultor. Este tipo de serviço era valido também para actividades como as descamisadas do milho, entre outras.

Outro costume ainda relacionado com a prestação de serviços para outrém, para além da retribuição do trabalho, era a oferenda de comida e bebida, por parte do dono do terreno, a todos os presentes na ajuda ao trabalho. A alimentação era transportada pelas mulheres e filhos, de canos nas pernas e tamancos ou descalços, em grandes tabuleiros transportados à cabeça, sobre rodilhas de pano confeccionadas pelas mulheres. Aquando do fim da labuta uma festa era organizada, pelo dono do terreno novamente. Estas festas embora simples, sendo as refeições constituídas por azeitonas, tremoços e pão ou broa, eram alegres e contagiantes, havendo danças típicas da zona ao som da concertina, harmónio ou apenas dos cantares da população.


Na matança do porco, o que se fazia praticamente em todas as famílias, era convidar-se todos os parentes e vizinhos, matavam-se vários galináceos para todos comerem, e enquanto as mulheres e as raparigas iam para o ribeiro lavar as tripas os homens continuavam em casa do anfitrião a jogar o fito, com malhas d ferro, ou as cartas. Isto era geralmente feito nos meses frios de Inverno para que a carne não se estragasse, visto que não existiam frigoríficos ou arcas congeladoras. Isto era feito por todas as famílias, desde as mais ricas às mais pobres.

 
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